
Navio-Patrulha "CACINE"
TIPO DE NAVIO:
Patrulha costeiro
PERFIL:

DESLOCAMENTO:
310 toneladas
DIMENSÕES:
48,1 x 7,6 x 2,2 metros
PROPULSÃO:
2 motores a diesel MTU 12V 538 TB80 - 3.750cv
2 hélices
ENERGIA:
2 geradores diesel-eléctricos MERCEDES-BENZ de 100kVA
VELOCIDADE MÁXIMA:
20,5 nós (38 km)
AUTONOMIA:
4.400 milhas a 12 nós
GUARNIÇÃO:
Oficiais: 3 (Sob o comando de um oficial subalterno)
Sargentos: 6
Praças: 24
Total 33
RADAR:
Navegação - KELVIN HUGHES 1007, banda I (37 Km de alcance)
COMUNICAÇÕES:
- Receptor REDIFON WK2182;
- Receptor MF/HF CEG2200;
- Transreceptor VHF SAILOR RT2048;
- Transreceptor UHF/VHF XT412;
- 2 Transreceptores HF RF-2301;
- Radiogoniómetro VHF TAIYO;
- Radiogoniómetro MF/HF TAIYO;
- MF/HF DSC SKANTI 9000;
- VHF DSC SAILOR RM2042;
- 1 ETO (Emissor Transmissor de Ordens);
- 1 Projector de sinais
EQUIPAMENTO:
- Terminal SIFICAP;
- Sistema GPS MX200;
- Odómetro electromagnético SAGEM;
- 2 Agulhas magnéticas;
- Sonda ultrasónica ELAC LAZ 50;
- Girobússola ARMA-BROWN MKIMOD 5C;
- Anemómetro LAMBRECHT;
- Receptor DGPS FURUNO GP-80;
- 1 Lancha semi-rígida;
- 1 Bote pneumático ZEBRO III;
- Sistema de Carta Electrónica ECDIS;
- Agulha giroscópica;
- Ómega diferencial;
- Barógrafo;
- Barómetro;
- Equipamentos portáteis de visão nocturna;
- 1 Grua hidráulica telescópica HIAB 60 SEACRANE de 3,5 toneladas;
- Sistema de recepção de Avisos à Navegação NAVTEX;
- Receptor meteorológico FAC-SIMILE - NAGRAFAX;
- 2 Balsas salva-vidas ( + 1 quando de comissão no arquipélago Madeira)
SISTEMAS DE ARMAS:
1 Peça BOFORS de 40mm/60 Mod68 (12 Km de alcance)
1 Peça OERLIKON de 20mm/65 (2 Km de alcance)
2 Metralhadoras-ligeiras HK 21 de 7,62mm
DESIGNAÇÃO NATO:
PB
INDICATIVO DE CHAMADA INTERNACIONAL:
PACINE
PAANZA
PAZAIRE
PASAVE
ENDEREÇO RADIOTELEGRÁFICO:
CTPO



CTPS



CTPU



CTPY



NÚMERO DE AMURA:
P1140
P1144
P1146
P1161
BASE DE APOIO:
Base Naval de Lisboa
NOME:
N.R.P. Cacine
N.R.P. Quanza
N.R.P. Zaire
N.R.P. Save
ANO DE CONSTRUÇÃO:
1969
1970
1970
1973
EMPREGO OPERACIONAL:
- SAR;
- Presença Naval;
- Serviço público;
- Patrulha costeira da ZEE;
- Controlo da poluição na costa;
- Combate ao narcotráfico;
- Fiscalização da pesca;
- Fiscalização dos esquemas de separação de tráfego marítimo;
- Segurança de navios estrangeiros de visita a portos nacionais;
- Escolta a navios combatentes em àguas restritas;
- Exercícios com unidades navais e aéreas.
NOTAS:
• Foram construídos nos Estaleiros do Arsenal do Alfeite e nos Estaleiros Navais do Mondego (Figueira do Foz), todos os navios desta classe (inicialmente 10), têm nomes de rios africanos e indianos das antigas colónias, "Cacine" e "Geba" - Guiné-Bissau, "Cunene", "Quanza" e "Zaire" - Angola, "Zambeze" - Angola (desagua em Moçambique), "Rovuma", "Limpopo" e "Save" - Moçambique e "Mandovi" - Índia.
• Os últimos navios a ser construídos o "Limpopo" (já desactivado) e o "Save", tiveram algumas modificações no desenho estrutural, apresentando uma borda-falsa no castelo, permitindo aos navios terem melhor comportamento no mar em relação aos restantes da classe.
• Estes navios são uma evolução tecnológica das LFG - Lanchas de Fiscalização Grande da classe "Argos" construídas entre 1964 e 1965, nomeadamente com uma motorização diferente e mais potente, maior tonelagem de deslocamento, ao nível dos interiores as acomodações para a guarnição são mais espaçosas e contam com armamento, sensores e equipamentos mais sofisticados.
Patrulha costeiro
PERFIL:

DESLOCAMENTO:
310 toneladas
DIMENSÕES:
48,1 x 7,6 x 2,2 metros
PROPULSÃO:
2 motores a diesel MTU 12V 538 TB80 - 3.750cv
2 hélices
ENERGIA:
2 geradores diesel-eléctricos MERCEDES-BENZ de 100kVA
VELOCIDADE MÁXIMA:
20,5 nós (38 km)
AUTONOMIA:
4.400 milhas a 12 nós
GUARNIÇÃO:
Oficiais: 3 (Sob o comando de um oficial subalterno)
Sargentos: 6
Praças: 24
Total 33
RADAR:
Navegação - KELVIN HUGHES 1007, banda I (37 Km de alcance)
COMUNICAÇÕES:
- Receptor REDIFON WK2182;
- Receptor MF/HF CEG2200;
- Transreceptor VHF SAILOR RT2048;
- Transreceptor UHF/VHF XT412;
- 2 Transreceptores HF RF-2301;
- Radiogoniómetro VHF TAIYO;
- Radiogoniómetro MF/HF TAIYO;
- MF/HF DSC SKANTI 9000;
- VHF DSC SAILOR RM2042;
- 1 ETO (Emissor Transmissor de Ordens);
- 1 Projector de sinais
EQUIPAMENTO:
- Terminal SIFICAP;
- Sistema GPS MX200;
- Odómetro electromagnético SAGEM;
- 2 Agulhas magnéticas;
- Sonda ultrasónica ELAC LAZ 50;
- Girobússola ARMA-BROWN MKIMOD 5C;
- Anemómetro LAMBRECHT;
- Receptor DGPS FURUNO GP-80;
- 1 Lancha semi-rígida;
- 1 Bote pneumático ZEBRO III;
- Sistema de Carta Electrónica ECDIS;
- Agulha giroscópica;
- Ómega diferencial;
- Barógrafo;
- Barómetro;
- Equipamentos portáteis de visão nocturna;
- 1 Grua hidráulica telescópica HIAB 60 SEACRANE de 3,5 toneladas;
- Sistema de recepção de Avisos à Navegação NAVTEX;
- Receptor meteorológico FAC-SIMILE - NAGRAFAX;
- 2 Balsas salva-vidas ( + 1 quando de comissão no arquipélago Madeira)
SISTEMAS DE ARMAS:
1 Peça BOFORS de 40mm/60 Mod68 (12 Km de alcance)
1 Peça OERLIKON de 20mm/65 (2 Km de alcance)
2 Metralhadoras-ligeiras HK 21 de 7,62mm
DESIGNAÇÃO NATO:
PB
INDICATIVO DE CHAMADA INTERNACIONAL:
PACINE
PAANZA
PAZAIRE
PASAVE
ENDEREÇO RADIOTELEGRÁFICO:
CTPO




CTPS




CTPU




CTPY




NÚMERO DE AMURA:
P1140
P1144
P1146
P1161
BASE DE APOIO:
Base Naval de Lisboa
NOME:
N.R.P. Cacine
N.R.P. Quanza
N.R.P. Zaire
N.R.P. Save
ANO DE CONSTRUÇÃO:
1969
1970
1970
1973
EMPREGO OPERACIONAL:
- SAR;
- Presença Naval;
- Serviço público;
- Patrulha costeira da ZEE;
- Controlo da poluição na costa;
- Combate ao narcotráfico;
- Fiscalização da pesca;
- Fiscalização dos esquemas de separação de tráfego marítimo;
- Segurança de navios estrangeiros de visita a portos nacionais;
- Escolta a navios combatentes em àguas restritas;
- Exercícios com unidades navais e aéreas.
NOTAS:
• Foram construídos nos Estaleiros do Arsenal do Alfeite e nos Estaleiros Navais do Mondego (Figueira do Foz), todos os navios desta classe (inicialmente 10), têm nomes de rios africanos e indianos das antigas colónias, "Cacine" e "Geba" - Guiné-Bissau, "Cunene", "Quanza" e "Zaire" - Angola, "Zambeze" - Angola (desagua em Moçambique), "Rovuma", "Limpopo" e "Save" - Moçambique e "Mandovi" - Índia.
• Os últimos navios a ser construídos o "Limpopo" (já desactivado) e o "Save", tiveram algumas modificações no desenho estrutural, apresentando uma borda-falsa no castelo, permitindo aos navios terem melhor comportamento no mar em relação aos restantes da classe.
• Estes navios são uma evolução tecnológica das LFG - Lanchas de Fiscalização Grande da classe "Argos" construídas entre 1964 e 1965, nomeadamente com uma motorização diferente e mais potente, maior tonelagem de deslocamento, ao nível dos interiores as acomodações para a guarnição são mais espaçosas e contam com armamento, sensores e equipamentos mais sofisticados.
Lancha-patrulha da classe "Argos"
• Substituíram os seis patrulhas de 357 toneladas da classe "Príncipe" na Guerra Colonial, construídos entre 1942 e 1944 nos Estados Unidos, que tinham sido cedidos em 1949 ao abrigo do MDAP - Mutual Defence and Assistence Program.
• Durante os seus primeiros anos, à excepção do "Limpopo" e do "Geba" (já desactivados) todos os outros navios cumpriram missões operacionais na Guerra Colonial em Angola, Guiné e Cabo Verde, desde o patrulhamento da costa, vigilância e escolta avançada a navios de transporte de tropas e de material, apoio a lanchas de desembarque, assim como missões com os outros ramos das Forças Armadas.
• No tempo da Guerra Colonial eram dotados de 2 peças BOFORS, uma à proa e outra na popa, esta última substituída por uma grua de apoio aos botes pneumáticos, sobre a superestrutura onde se encontra actualmente a peça OERLIKON, estava um lança-foguetes de 32 tubos de 37mm, utilizado como apoio de fogo próximo contra eventuais alvos costeiros e saturação de área para a realização de desembarques.

"Zambeze" no tempo da Guerra Colonial

"Cacine" no tempo da Guerra Colonial
• Actualmente realizam comissões de 3 meses de modo rotativo no Continente e Madeira, prioritariamente missões SAR, patrulha costeira e fiscalização da pesca.
• A 02 de Abril de 1976, o "Save" quando navegava em serviço de fiscalização a 2 milhas da Ponta de Sagres na costa algarvia, foi abalroado por um navio não identificado que após a colisão afstou-se sem prestar assistência, no acidente pareceu 1 Sargento MQ e 2 elementos da guarnição sofreram ferimentos ligeiros, o navio sofreu vários danos no tombadilho, superestrutura e um grande rombo na zona das máquinas, sendo-lhe soldado uma chapa de modo a permitir o navio navegar até ao Arsenal do Alfeite para reparação, após a colisão foi socorrido inicialmente por 3 traineiras e depois pela Lancha de fiscalização pequena "Albatroz" e pelo "Limpopo".

Danos provocados pela colisão
• Em 1987, o Rei Gustavo da Suécia durante a sua estadia na Região Autónoma da Madeira, realizou um breve passeio às Ilhas Desertas a bordo do "Cacine".
• Em 2002, a "Geba" (já desactivada) participou no exercício "INSTREX", integrada na força opositora.
• Em Agosto de 2002, o Cte. do "Zambeze", Oficial de Marinha com especialidade em Mergulhador, foi condecorado com a medalha de prata de Coragem, Abnegação e Humanidade pelo Ministro da Defesa Nacional, pelo facto de em trabalho de equipa de com a guarnição, terem salvo em condições adversa de visibilidade e com risco da própria vida, o condutor de um automóvel que caiu ao mar no cais de Leixões em Julho do mesmo ano.
• Em Maio de 2005, o "Zaire" serviu de plataforma de abordagem para uma simulação do DAE, no Dia da Marinha.

Simulação de abordagem
• Em Maio de 2006, o "Zaire" colaborou no exercício de fogo real "PEDRA VIVA" do RG3, realizado com canhão bitubo anti-aéreo RHEINMETALL Mk20 RH 202 de 20mm, realizando a interdição do espaço marítimo ao Largo da Ponta do Pargo (Madeira).
• Em Maio de 2006, durante o exercício "SWORDFISH", o "Limpopo" (já desactivado) afundou-se após servir de navio alvo num exercício de tiro real com mísseis.
• Em Junho de 2008, durante o exercício "SWORDFISH", o "Geba" (já desactivado) afundou-se a 200 milhas a Sudoeste de Sagres, após servir de navio alvo num exercício de tiro real com 7 mísseis disparados por 5 fragatas participantes no exercício, de salientar que pela 1.ª vez foi possível reunir as três fragatas da classe "Vasco da Gama" que efectuaram o lançamento de mísseis contra o mesmo alvo.
• Em Junho de 2009, o "Zaire" participou no exercício de combate à poluição do mar e de salvamento marítimo "MERO 09", juntamente com a corveta "Afonso Cerqueira", LDG "Bacamarte", Navio de Passageiros "Lobo Marinho" e o Navio-Tanque "Galp Marine", ao largo da Ponta do Garajau na Madeira.
• Substituíram os seis patrulhas de 357 toneladas da classe "Príncipe" na Guerra Colonial, construídos entre 1942 e 1944 nos Estados Unidos, que tinham sido cedidos em 1949 ao abrigo do MDAP - Mutual Defence and Assistence Program.
• Durante os seus primeiros anos, à excepção do "Limpopo" e do "Geba" (já desactivados) todos os outros navios cumpriram missões operacionais na Guerra Colonial em Angola, Guiné e Cabo Verde, desde o patrulhamento da costa, vigilância e escolta avançada a navios de transporte de tropas e de material, apoio a lanchas de desembarque, assim como missões com os outros ramos das Forças Armadas.
• No tempo da Guerra Colonial eram dotados de 2 peças BOFORS, uma à proa e outra na popa, esta última substituída por uma grua de apoio aos botes pneumáticos, sobre a superestrutura onde se encontra actualmente a peça OERLIKON, estava um lança-foguetes de 32 tubos de 37mm, utilizado como apoio de fogo próximo contra eventuais alvos costeiros e saturação de área para a realização de desembarques.

"Zambeze" no tempo da Guerra Colonial

"Cacine" no tempo da Guerra Colonial
• Actualmente realizam comissões de 3 meses de modo rotativo no Continente e Madeira, prioritariamente missões SAR, patrulha costeira e fiscalização da pesca.
• A 02 de Abril de 1976, o "Save" quando navegava em serviço de fiscalização a 2 milhas da Ponta de Sagres na costa algarvia, foi abalroado por um navio não identificado que após a colisão afstou-se sem prestar assistência, no acidente pareceu 1 Sargento MQ e 2 elementos da guarnição sofreram ferimentos ligeiros, o navio sofreu vários danos no tombadilho, superestrutura e um grande rombo na zona das máquinas, sendo-lhe soldado uma chapa de modo a permitir o navio navegar até ao Arsenal do Alfeite para reparação, após a colisão foi socorrido inicialmente por 3 traineiras e depois pela Lancha de fiscalização pequena "Albatroz" e pelo "Limpopo".
Danos provocados pela colisão
• Em 1987, o Rei Gustavo da Suécia durante a sua estadia na Região Autónoma da Madeira, realizou um breve passeio às Ilhas Desertas a bordo do "Cacine".
• Em 2002, a "Geba" (já desactivada) participou no exercício "INSTREX", integrada na força opositora.
• Em Agosto de 2002, o Cte. do "Zambeze", Oficial de Marinha com especialidade em Mergulhador, foi condecorado com a medalha de prata de Coragem, Abnegação e Humanidade pelo Ministro da Defesa Nacional, pelo facto de em trabalho de equipa de com a guarnição, terem salvo em condições adversa de visibilidade e com risco da própria vida, o condutor de um automóvel que caiu ao mar no cais de Leixões em Julho do mesmo ano.
• Em Maio de 2005, o "Zaire" serviu de plataforma de abordagem para uma simulação do DAE, no Dia da Marinha.

Simulação de abordagem
• Em Maio de 2006, o "Zaire" colaborou no exercício de fogo real "PEDRA VIVA" do RG3, realizado com canhão bitubo anti-aéreo RHEINMETALL Mk20 RH 202 de 20mm, realizando a interdição do espaço marítimo ao Largo da Ponta do Pargo (Madeira).
• Em Maio de 2006, durante o exercício "SWORDFISH", o "Limpopo" (já desactivado) afundou-se após servir de navio alvo num exercício de tiro real com mísseis.
• Em Junho de 2008, durante o exercício "SWORDFISH", o "Geba" (já desactivado) afundou-se a 200 milhas a Sudoeste de Sagres, após servir de navio alvo num exercício de tiro real com 7 mísseis disparados por 5 fragatas participantes no exercício, de salientar que pela 1.ª vez foi possível reunir as três fragatas da classe "Vasco da Gama" que efectuaram o lançamento de mísseis contra o mesmo alvo.
• Em Junho de 2009, o "Zaire" participou no exercício de combate à poluição do mar e de salvamento marítimo "MERO 09", juntamente com a corveta "Afonso Cerqueira", LDG "Bacamarte", Navio de Passageiros "Lobo Marinho" e o Navio-Tanque "Galp Marine", ao largo da Ponta do Garajau na Madeira.
• Participam nos exercícios nacionais: AÇOR, CONTEX, PHIBEX e ZARCO.
• Foram remotorizados em 1992/1993.
PARTICIPAÇÃO EM MISSÕES IMPORTANTES:
• Em Novembro de 1977, a "Geba" (já desactivada) prestou assistência aos náufragos do acidente do Boeing 727 da TAP, que devido ao mau tempo e após falhar a segunda tentativa de aterragem, saiu descontrolado do final da pista embatendo e explodindo numa estrada junto do aeroporto da Madeira.
• Em Março de 2001, a "Geba" (já desactivada) coadjuvou na recuperação de corpos do acidente da ponte Hintze Ribeiro em Entre-os-Rios.
• Em 2001, o "Zambeze" (já desactivado), estive envolvido na operação de remoção do navio mercante chinês "Coral Bulker", que encalhou no molhe exterior do porto de Viana do Castelo.
• Em 2002, o "Save", "Zaire" e o "Limpopo" (este último já desactivado), estiveram agrupados nas operações de combate à poluição, resultantes do afundamento do petroleiro "Prestige", efectuando o controlo das operações superfície, monitorizando a poluição através de comunicações com aeronaves.
• Em Agosto de 2004, a "Zaire" participou na operação de negação às águas territoriais portuguesas, ao navio "Borndiep" (Barco do Aborto) da organização "Women on Waves".
• Em Maio de 2006, a "Zaire" participou numa operação de afundamento de uma mina marítima Mk 56 de exercício que deverá ter perdido a poita que a segurava ao fundo do oceano e surgiu a flutuar a duas milhas a sul da baía de Porto Santo, coordenando toda a operação, monitorizando os seus movimentos, e serviu de apoio a equipa do Destacamento de Mergulhadores Sapadores, na operação também participou uma lancha da Polícia Marítima.
