11/04/19

PROMOÇÃO DE LIVRO: HOMENS DO MAR



          Depois da publicação de Grandes Batalhas Navais Portuguesas (2009 e 2013) e Grandes Naufrágios Portugueses ((2013), Homens do Mar, é o novo livro de José António Rodrigues Pereira para a Esfera dos Livros.
          Tem 51 biografias de homens ligados ao mar, desde chefes militares, navegadores e descobridores a cartógrafos, estrategistas, oficiais da marinha mercante e salvadores de náufragos.
          A obra será lançada no próximo dia 8 de Maio às 18h30, no Clube Militar Naval, em Lisboa. O clube fica situado na Avenida Defensores de Chaves nº 26, 1000-117 Lisboa.
         Será apresentada pelo Contra-almirante Palma de Mendonça. Os acessos podem ser feitos através da Estação de Metro do Saldanha; quem utiliza carro, pode estacionar no parque do Arco do Cego, que fica nas proximidades.
          Não estando ainda confirmada, é possível que venha também a ser apresentado no Museu Marítimo de Ílhavo a 2 de Junho pelas 17h00.

02/02/19

REFLEXÕES DE UM VELHO MARINHEIRO


ESCOLA NAVAL

Porque tem de ser uma escola exigente?

Reflexões dum velho marinheiro
(1259/22)

          Que diferenças existem entre as exigências de uma universidade e as de uma escola superior militar, mais exactamente a Escola Naval?
          Enquanto a Universidade prepara profissionalmente os seus alunos até concluírem os seus cursos, a Armada, através da Escola Naval, tem de assegurar que os seus cadetes, num limitado número de anos, sejam, para além dos seus cursos, ao longo das suas vidas, enquanto militares e marinheiros, líderes profissionalmente competentes em diversos domínios técnicos, tecnológicos e de gestão da própria Armada, independentemente dos cursos que venham a frequentar para atingirem, devidamente avaliados, as responsabilidades inerentes ao topo das suas carreiras.

          De facto, quando um jovem decide que curso universitário pretende fazer, pondera, além das suas próprias inclinações, a sua capacidade de almejar a admissão numa dessas Faculdades, a de concluir o curso com folgado êxito e, lançado num mercado competitivo, a de vir a alcançar uma posição profissional que sempre se deseja destacada. Claro que muitos aspectos de ordem prática, terá de enfrentar; em que universidade, em que cidade e tudo o mais que isso implica; as propinas, o alojamento, a alimentação, os transportes, os livros, além de outros, e finalmente a disponibilidade da família para suportar os custos decorrentes de tal pretensão.
          Claro que um jovem que se decida por uma carreira militar encontrará, quando admitido, após a prestação de provas literárias, médicas, físicas e psicotécnicas, muitos desses problemas resolvidos uma vez que, no final dos anos cinquenta do século passado, o Estado Novo, prevendo o que se poderia vir a passar no Ultramar, ter atempadamente reconhecido a necessidade de alargar os quadros de oficiais dos três ramos das Forças Armadas, especialmente do Exército, e ter abolido todos aqueles custos, passando a fornecer um conjunto completo de equipamentos (sobretudo os dispendiosos uniformes, etc.) e a contribuir ainda com uma pequena mesada, investindo assim nos rapazes que tendo concluído o ensino liceal, o actual 12º ano, mas que não tendo grandes oportunidades de frequentar qualquer uma das únicas universidades (as de Coimbra, Lisboa ou do Porto) pudessem sentir-se aliciados por um profissão militar, então muito prestigiada, mas sabidamente mal paga, a “miséria dourada” como então se dizia.
          Em 1958, a Escola Naval seguiu os passos da Escola do Exército que englobava as actuais Academias Militar e da Força Aérea, incluindo os Estudos Gerais Preparatórios, feitos ali ou nas universidades, no primeiro ano da sua Nova Reforma, com curricula adequados ao tempo. Desta forma se alargou o recrutamento de alunos, da escassa vintena/ano, para cerca de sessenta vagas, atingindo, logo naquele ano, o seu Corpo de Alunos a centena de cadetes.
Este figurino, reajustado às novas realidades, prevalece.
          Esta aliciante face da moeda tem, no entanto, o seu reverso. Enquanto o jovem universitário tem, num percurso isolado, de buscar o maior êxito pessoal face aos seus colegas e alcançar, por si, resultados que o tornem elegível na vida profissional, os alunos militares, em regime de internato, estão, ainda que o esqueçam, sujeitos a um escrutínio diário dos seus camaradas (aqui começam as grandes diferenças) e, mais atentos, ao exame dos seus superiores militares e ao dos seus professores, em termos da sua integração, aptidão e desenvoltura intelectual que garantam a sua capacidade de vencer, ao longo da sua carreira, os vários degraus a transpor.
          E porque o que nos ocupa é a Escola Naval, acentuamos; integração no convívio em espaços tão confinados quanto humanamente heterogéneos e sujeitos a adversidades diversas, naturais e outras, como ocorre num navio de guerra no alto mar, a requerer uma perfeita e universal adaptação, no tempo e no espaço.
          Claro que com a integração numa grande equipa hierarquizada, militar e funcionalmente, a guarnição de um navio de guerra, importa que a sua aptidão seja também marinheira, numa resultante específica da secular, mas dinâmica, cultura militar-naval.
          Finalmente, importa que incorporem um conjunto de diferentes requisitos, de suporte à rápida evolução das tecnologias, e que, face a uma variedade de inesperadas e simultâneas ocorrências que a bordo surgem, em tempo de paz e sobretudo em combate, simulado ou real, lhes assegurem a tomada de decisões rápidas e oportunas, dir-se-á, simplificando, de “bom senso”.
          E, sempre presente, o Direito Internacional Marítimo e a legislação em vigor no mar, da nacional à da U.E..
          Isto é assim, porque o será ao longo de uma carreira naval, enfrentando cada vez mais e mais complexas e exigentes responsabilidades, sempre sob olhares cruzados.
          Neste quadro, incluem-se os olhares dos seus novos pares, os oficiais, mas também os dos sargentos e das praças, homens e mulheres, com uma experiência prática em situações que serão, para si, novas, mas às quais não lhes podendo fugir, serão chamados a assumir decisões que irão, fatalmente, passar pelo exigente crivo de quem espera uma orientação acertada.
          Note-se que mesmo que recorram, se puderem fazê-lo em tempo oportuno, à experiência dos seus chefes directos (o que é estimulado), não deixarão de estar a revelar a sua insegurança, apesar da sua inexperiência ser de todos, superiores e inferiores, conhecida e já experimentada.
          Muito mais que mandar, esta arte de Comandar – COmandar - ir-se-á aperfeiçoando neste contacto diário com os subordinados e os problemas que se apresentarem, na conquista da sua Lealdade em retorno da Lealdade para com eles e da sua competência profissional e frontal humildade.
          Assim se irá, pela mútua COnfiança, alicerçando a COesão entre os que COmandam e os seus COmandados.
Mas vamos por partes.
          A Armada tem, antes de mais, presente que irá entregar a cada jovem oficial, a bordo de um navio, a responsabilidade por vidas humanas que além do seu valor intrínseco requereram ainda um investimento considerável na sua profissionalização e a que estão agregadas famílias que, confiadamente, esperam os seus regressos, sãos e salvos.
          Se este aspecto é capital, mais mediático é o facto de um navio de guerra ser uma arma extremamente cara que, poderemos comparar a um “enlatado”, densamente habitado, do  mais compacto e complexo concentrado de tecnologias de que o País dispõe, para a ser operado nas mais adversas circunstâncias, tanto em tempo de paz , como nas missões extremas de guerra, o objectivo central de toda a formação militar-naval.
          Por isso o treino no mar é uma constante da carreira, pois, em cada patamar, os exercícios assegurarão a maior probabilidade de êxito nos combates contra o “inimigo”, bem como na contenção dos “danos” sofridos, de modo a assegurar o sucesso operacional do navio, sem esquecer que em manobras internacionais as guarnições dos navios da nossa Marinha de Guerra, serão avaliadas, sobretudo, pelos nossos parceiros, como uma equipa de equipas que aos oficiais compete construir.
Isto no mar.
          Mas atracados, também. Aí, têm de saber participar nas reuniões de trabalho (os “Briefings”, etc.), bem como estar nos convívios sociais que ocorrerem, a bordo de outros navios de guerra ou em terra, e, identicamente, receber socialmente, no seu navio, camaradas estrangeiros ou entidades oficiais.
          Note-se que a imagem de cada elemento da guarnição, em uniforme ou em  traje civil (saber apresentar-se…), mulher ou homem, contribuirá para a apreciação global do Navio, da Força Naval, da Marinha de Guerra, da Armada e, claro, de Portugal. Uma só imagem negativa perante militares ou civis, arruinará o esforço de todos e cada um.
Essa, uma outra responsabilidade.
          Muitas vezes em portos a visitar, em simples trânsito ou por expresso interesse do Estado em marcar uma presença, dissuasora ou de outra ordem, a missão será tudo, menos bélica.
          Nestes casos, os oficiais, o alvo predilecto das elites locais, nacionais ou do país a visitar, têm, tal como toda a guarnição, de saber cativar, cultivando um certo tacto diplomático de modo a integrarem-se no estilo local, tantas vezes marcado por costumes diferentes, civilizacionais ou, por vezes, até no âmbito de culturas próximas da nossa que nos permita conhecer melhor o que ali se pensa ou faz e que nos possa ser útil
E…  perante nacionais?

          Há, normalmente, Portugueses nos portos estrangeiros que visitamos mas onde houver Comunidades Portuguesas são, as guarnições, habitualmente recebidas de modo amistoso e festivo e a quem terão, necessariamente, de retribuir.
          Cada oficial, como qualquer elemento da guarnição, tem de saber receber todos os compatriotas que se apresentarem a bordo, dos mais humildes aos melhor instalados na vida, quer em termos individuais, quer representando grupos, e de corresponder às suas expectativas, fazendo-os sentir-se em sua casa, mais coesos entre si e, assim, promovendo a sua própria imagem no país de acolhimento.
Essas missões são sempre, afectivamente, das mais compensadoras.
Mas sobressaltos podem ocorrer.
          Em portos estrangeiros, com ou sem qualquer afinidade connosco, poderá o navio ter de efectuar reparações ou aquisições que acentuam a responsabilidade de terem de participar em negociações e de decidir contratos em que terão de equacionar vários aspectos, defendendo os interesses nacionais sem descurar o interesse do seu navio ou da sua guarnição.
          Quantas vezes, felizmente esporádicas, não terão de instalar a bordo equipas nacionais ou estrangeiras, enviadas pela Armada, e de com elas navegar durante as eventuais reparações, sempre de modo a garantir a completa operacionalidade combatente do navio. Tudo isto requer um diálogo in loco e com a retaguarda, os Serviços, em terra, da Armada e, directa ou indirectamente, com as entidades civis ou militares, nacionais e/ou locais.
Mas a carreira dos Oficiais da Armada não decorre só no mar.
          Ao saírem da Escola Naval os futuros oficiais terão de estar preparados para enfrentar não só as missões para que forem nomeados, mas também os diversos cursos, sempre de duração prefixada, a que serão submetidos ao longo da carreira, de especialização técnico-naval ou para atingirem patamares em que serão chamados a cargos de maior responsabilidade, em áreas muito diversificadas, umas mais teóricas que outras, mas todas de aplicação prática de ordem operacional, administrativa ou pedagógica, no mar, em terra e até no ar:
- No âmbito operacional, embarcados em navios combatentes ou não, nos Estados-Maiores, a bordo ou em terra, sem esquecer os Fuzileiros, aonde poderão ser chamados a desempenhar as inerentes funções, em terra ou embarcados;
- Em termos administrativos acrescem as funções de apoio ao planeamento e à corrente logística de toda a máquina que requer infra-estruturas de variada ordem, impondo uma harmoniosa gestão de recursos, humanos e materiais, da mais diversa complexidade, a corresponder aos meios, cada vez mais sofisticados, de que teremos de dispor dado estarmos num mundo em contínua evolução.
- Para que a Armada funcione serão às diversas escolas chamados para aí concluírem a formação adequada ao desempenho de funções especializadas e poderem vir a integrar os seus corpos docentes, em funções pedagógicas adequadas ao nível dos vários cursos, dos mais elementares aos mais avançados.
          A par, sempre, os aspectos históricos e do Património material e até imaterial que importará conservar ou mesmo cultivar e dar a conhecer dentro e fora da Armada.
Falámos de desenvoltura intelectual?
          Esta poderá ter de ser posta à prova em escolas a frequentar no estrangeiro ou perante estrangeiros, convidados no âmbito dum profícuo intercâmbio internacional em que mandamos e recebemos os melhores.
Mas não se esgotam aqui os desafios da carreira militar-naval.
          Poderão prestar serviço em Estados-Maiores que antecipam as necessidades, propõem as medidas e acompanham a execução dos planeamentos.
          Importa saber que as missões, quer no mar quer em terra, a que a seu tempo poderão aceder os jovens formados na Escola Naval, se não esgotam na área militar-naval que é o cerne da sua formação.
          O Serviço Público do Estado, no mar, atribui à Armada, desde longa data, missões de fiscalização de ordem vária que, de entre outras (tráficos de pessoas, armas, drogas…), a da pesca protagoniza, e que exige, além de uma aturada presença, um perfeito conhecimento da legislação específica, nacional e Internacional, bem como o conhecimento dos pesqueiros e das gentes do mar e, sobretudo, das práticas ilícitas a mitigar.
          Concomitantemente, a par das acções de fiscalização em colaboração com outras autoridades, são lhe atribuídas missões de busca e salvamento no mar (SAR) que, pelo seu carácter de socorro, se tornam empolgantes vivências que, infelizmente, nem sempre ocorrem com o habitual sucesso.


          No mar decorrem ainda, a bordo de navios especializados, as tarefas de Hidrografia e de Oceanografia que, como a assistência aos Faróis, se desenvolvem em terra, na aturada preparação ou actualização de cartas, etc. ou na preservação da farolagem que internacionalmente assumimos ser da nossa responsabilidade.
          Ainda na área da Autoridade Marítima Nacional, no Continente e nas Regiões Autónomas, está implantada uma organização costeira hierarquizada em que as Capitanias dos Portos exercem num aturado exercício de prevenção, visando o cumprimento da legislação bem como de assistência às gentes do mar e aos que o usufruem, a que está associado o Instituto de Socorros a Náufragos.
          A poluição marítima que assola as costas, é outra actividade que, como todas as outras, competirá aos jovens oriundos da Escola Naval, um dia, combater. Estas e muitas outras em domínios mais especializados que não citámos (v.g. em situações de catástrofe humana ou natural) permitem aceder aos mais destacados postos ou cargos da carreira naval.
          Claro que daqueles jovens se irá requerer, ao longo da vida, uma grande disponibilidade para se acorrer às diferentes necessidades da Armada em todos aqueles teatros de acção, implicando vastíssimas áreas, que em extremo, não nos iludamos, poderão ser de guerra.
          As carreiras só terão de comum os postos da hierarquia militar pois o seu percurso, para além das experiências de mar, pode ser, em terra, muito variado, mais ou menos padronizado, mas raramente iguais o que, em si, é um aliciante.
           No nosso território, numa sociedade em que mais que o “ser”, prevalece o “ter” e, mais ainda, o “parecer”, importa sobretudo, diferentemente dos civis que apenas se representam a si mesmos, que os oficiais dêem de si uma imagem consentânea com o estatuto a que têm direito, pelo seu comportamento social onde quer que estejam, ombreando pelo seu estilo pessoal com as classes profissionais que melhor cuidam da sua imagem e sabendo desembaraçadamente conviver, desde a Escola Naval, com os seus pares universitários, donde sairão as elites, em todas as oportunidades em que concorram, marcando, desde cadetes, a sua posição no contexto do ramo das Forças Armadas que representam.

Ainda lhe parece que a Escola Naval possa não ser uma escola exigente?

03/01/19

ARTIGO PUBLICADO NA REVISTA DESEMBARQUE

           Redigi um artigo para a Revista: "O Desembarque" da Associação Nacional de Fuzileiros sobre o livro do meu amigo Pedro Monteiro: "Berliet, Chaimite e UMM: Os Grandes Veículos Militares Nacionais".



30/08/18

FILME ANIMADO: PORTA D' ARMAS DA ESCOLA DE FUZILEIROS

          Nova animação do Blogue BARCO À VISTA, para todos que conhecem a Porta d' Armas da "Casa-Mãe" dos Fuzileiros - A Escola de Fuzileiros!

18/05/18

CONVITE PARA COLABORADOR / LOCUTOR NA RÁDIO FILHOS DA ESCOLA


          A “Rádio Filhos da Escola”, é uma Web Rádio (Radio Online) que emite pela Internet, utilizando a tecnologia Streaming, 24 horas por dia em tempo real para todo o Mundo, tendo como objectivo principal, ser o elo de ligação entre todos os actuais ou antigos elementos da Marinha de Guerra Portuguesa espalhados pelos cinco Continentes.
          Sendo uma rádio que emite pela Internet, os seus locutores operam a partir da sua residência, sem necessidade de se deslocarem para um local específico.
          Criada em 18 de Janeiro de 2014 emite, desde então, sem interrupções e tem tido bastante aceitação por todos os Portugueses espalhados pelo Mundo, particularmente na Comunidade Naval, e/ou de algum modo a ela ligada.
          Tem na sua programação, programas com locução todos os dias úteis a partir das 14 horas, e até às 24 horas.
          Por constrangimentos vários, sendo o maior a falta de colaboradores/locutores, convida-se a quem tiver disponibilidade, vontade e interesse em integrarem a equipa de locutores desta rádio, a candidatarem-se para preenchimento dos seguintes horários vagos:

- Segunda-feira  – Vago das 00H00 às 14h00 e das 20H00 às 22H00
- Terça-feira       – Vago das 00H00 às 16h00 e das 20H00 às 22H00
- Quarta-feira    – Vago das 00H00 às 14h00
- Quinta-feira    – Vago das 00H00 às 16h00 e das 20H00 às 22H00
- Sexta-feira       – Vago das 00H00 às 14h00
- Sábado             – Vago das 00H00 às 24H00
- Domingo          – Vago das 00H00 às 24H00

01/04/18

INTERNACIONAL NAVAL REVIEW / PARADA NAVAL NO RIO HUDSON 1976

          Indicaram-me a existência dum documentário histórico onde é possível visualizar um grande n.º de navios de Marinhas de Guerra de dezenas de países que marcaram presença na "International Naval Review" e Parada Naval no Rio Hudson - Nova Iorque - EUA, evento que ocorreu em Junho de 1976 celebrando o Bicentenário dos EUA.
          Portugal fez-se então representar pela Força Naval UO.21.2.1, constituída pelas Corvetas NRP "Afonso de Cerqueira" e NRP "Honório Barreto", comandado pelo então CMG António Nunes da Silva (actualmente Calm), assim como  por Aspirantes do 2.º Ano da Escola Naval, Cadetes do CFOSE e alunos do Colégio Militar embarcados.
          Igualmente marcou presença o Navio-Escola "Sagres" e a "Vega", nas imagens é possível visualizar por breves segundos os nossos navios e respectivas guarnições.


SESSÕES DE LANÇAMENTO DO LIVRO "BERLIET, CHAIMITE E UMM" EM LISBOA E PORTO

          No corrente mês de Abril vai realizar-se as primeiras sessões de lançamento do livro "Berliet, Chaimite e UMM: Os Grandes Veículos Militares Nacionais" de Pedro Monteiro.
          Igualmente vai começar a ser realizado a distribuição do livro pelos participantes na campanha da PPL.

- Lisboa: Sábado, dia 07 de Abril, no salão "Motor Clássico" da FIL, no stand da Associação Portuguesa de Veículos Militares, pelas 18:00 horas;
- Porto: Sábado, dia 28 de Abril, na Livraria "Ascari", pelas 10:00 horas.

Artigo sobre a promoção do livro, informações sobre o autor e editora:

24/03/18

SITE DEDICADO À FANFARRA DA ARMADA


          Convido a visitarem o site que foi recentemente criado exclusivamente dedicado à Fanfarra da Armada, da autoria do Cabo AP (artilheiro) especializado em clarim - Bruno Martins.
            O autor já prestou serviço na Fanfarra da Armada e no seu site para além de versar sobre a Unidade, dá a conhecer alguns aspectos relacionados com clarins.

25/02/18

IMAGEM ANIMADA A FLYER PUBLICITÁRIO DA MARINHA PORTUGUESA


          Uma modificação do Blogue BARCO À VISTA, na forma de imagem animada, a um conhecido "flyer publicitário" da Marinha Portuguesa.
- (clicar na imagem para maximizar).

- ARTIGOS SOBRE A ANTIGA UNIDADE DOS FUZILEIROS “CAF - COMPANHIA DE APOIO DE FOGOS”:

03/02/18

FILME E IMAGEM ANIMADA DE DESFILE DE FUZILEIROS

         Um presente do Blogue BARCO À VISTA, na forma de vídeo e imagem animada, para todos que já desfilaram na "Casa-Mãe" dos Fuzileiros - A Escola de Fuzileiros!
- (clicar na imagem para maximizar).

FILME ANIMADO (clicar para visualizar).

28/01/18

FILME FUZILEIROS EM TIMOR-LESTE (MISSÃO ONU)


          Coloquei no canal do youtube do blogue uma compilação de imagens de elementos do Corpo de Fuzileiros da Marinha Portuguesa destacados na Missão “UNTAET” da ONU em Timor-Leste, entre Fevereiro e Agosto de 2000.
          A música: "Timor" é interpretada pela Tuna Universitária do Porto.

FUZILEIROS EM TIMOR-LESTE (MISSÃO ONU):

07/01/18

FILME DAS BERLIET-TRAMAGAL DOS FUZILEIROS

          Inseri no canal do youtube do blogue uma compilação de fotos da viatura táctica pesada de transporte de carga e pessoal "Berliet-Tramagal" dos Fuzileiros da Marinha de Guerra Portuguesa. Agradeço a ajuda de vários civis e militares na reunião das fotos, a todos Bem Hajam!
          Estas viaturas de fabrico nacional, juntamente com os jipes UMM e os blindados V-200 Chaimite serão brevemente abordados no livro de Pedro Monteiro: "Berliet, Chaimite e UMM - Os Grandes Veículos Militares Nacionais", editado pela Contra a Corrente de Alexandre Coutinho e com lançamento agendado para Abril de 2018:

AS BERLIET-TRAMAGAL DOS FUZILEIROS:

MAIS VÍDEOS DO CANAL DO BLOGUE BARCO À VISTA:

06/01/18

FILME DO SISTEMA DE ARMAS LGF de 40mm "ARMADA 40"


          Publiquei no canal do youtube do blogue um excerto de um antigo filme de 8mm cedido pelo Cte. Alves da Rocha (CMG FZE REF), gravado na Serra da Arrábida em 1975, observando-se as provas de tiro real do protótipo do sistema de armas LGF - Lança-Granadas-Foguetes de 40mm "ARMADA 40", desenvolvido pelo então Centro de Estudos Especiais da Armada.

FILME DO SISTEMA DE ARMAS LGF de 40mm "ARMADA 40":
https://www.youtube.com/watch?v=LXQxqLTugrk

05/01/18

FILME DA CHAIMITE V-200 ARMADA 90 DOS FUZILEIROS


          Reeditei num único filme, dois antigos registos de 8mm cedido pelo Cte. Alves da Rocha (CMG FZE REF), observando-se a Chaimite V-200 "ARMADA 90" (AP-19-34) dos Fuzileiros nas instalações da antiga FFC - Força de Fuzileiros do Continente (actual Base de Fuzileiros), a circular em estrada pública e a efectuar Todo-o-Terreno na Serra da Arrábida em 1975, assim como tiro com a metralhadora-pesada Browning 12,7mm e sistema de armas "ARMADA 90" - LFG de 90mm, 
          É ainda possível visualizar o seu sistema de comunicações, sistema de controlo de fogo, interior da viatura e, alguns elementos da sua guarnição.

- FILME NO YOUTUBE DA CHAIMITE V-200 ARMADA 90 DOS FUZILEIROS:

- ARTIGO SOBRE A CHAIMITE "ARMADA 90":

- MAIS VÍDEOS DO CANAL YOUTUBE DO BLOGUE BARCO À VISTA:

01/01/18

DADOS ESTATÍSTICOS DO BLOGUE

          Efectuando um balanço pela primeira vez dos dados estatísticos do blogue com 09 anos de existência, é possível verificar que o artigo "Boina dos Fuzileiros" é o mais consultado, apresentando 25.434 visualizações e 55 comentários!

          No que concerne a origem das consultas ao blogue por país, Portugal encontra-se em 1.º lugar com 373.586 visualizações, seguido curiosamente dos EUA, Rússia e a Ucrânia, entre outros países que também demonstram interesse no blogue...
          Constata-se igualmente que são utilizados uma variedade de navegadores e sistemas operativos no acesso ao blogue.

          Por último, é de realçar que o nome do blogue "Barco à vista" é pesquisado como palavra-chave, redigido de diversas formas, assim como acedido via google / facebook / forum defesa / etc. 

Outros dados estatísticos:
- 663.041 visitas ao blogue desde 18/06/2009;
- 1.410 gostos no Facebook do blogue;
- 1.379 seguidores do Facebook do blogue;
- 841 comentários aos artigos publicados;
- 248 seguidores do blogue;
- 223 artigos publicados;
- 12 vídeos publicado no canal do youtube do blogue, totalizando 18.996 visualizações.

18/12/17

PROMOÇÃO DE LIVRO


           Conhecendo o Pedro Monteiro, o seu trabalho de investigação e respectivos artigos publicados em revistas ao longo dos anos, não podia deixar de o apoiar na promoção do seu livro: "Berliet, Chaimite e UMM - Os Grandes Veículos Militares Nacionais", editado pela Contra a Corrente de Alexandre Coutinho e com lançamento agendado para Abril de 2018.
             Em 2011 publicou a monografia: "Military Vehicles of the Portuguese Army" com a editora alemã Tankograd, é correspondente em Portugal da revista espanhola "Fuerzas Militares del Mundo", entre 2008 e 2013 publicou artigos sobre viaturas militares na revista portuguesa "Motor Clássico", especializou-se em reportagens fotográficas (www.pedro-monteiro.com), tendo realizado trabalhos com forças militares nacionais em Portugal e destacadas no Kosovo e Lituânia.
          Pese embora como autor já possuísse diversa documentação sobre as viaturas em questão, certo é que começou a dedicar-se afincadamente à odisseia de compilar dados para este livro em 2015, coincidiu curiosamente com os 50 anos da criação da linha de montagem dos camiões Berliet-Tramagal pela MDF.
          Este livro tem a mais-valia de apresentar dados patentes em arquivos públicos e privados, quer nacionais, quer estrangeiros, aliado a testemunhos e memórias de quem conheceu ao pormenor estas viaturas: diverso tipo de pessoal das respectivas fábricas e algumas dezenas de militares de várias Unidades das nossas FA's que as utilizaram quer Portugal (25 de Abril de 1974, Verão Quente de 1975, etc), quer África (durante a Guerra do Ultramar) e em Missões Internacionais (Bósnia-Herzegovina, Kosovo, Timor-Leste e mais recentemente na Lituânia). Aborda ainda a família de viaturas blindadas PANDUR II que substituiu os blindados de fabrico nacional Chaimite V-200 da Bravia.
             Trata-se de uma edição limitada apenas 750 exemplares numerados, com 144 páginas no formato 29 x 26 cm (largura x altura), tem a particularidade inédita de apresentar 25 imagens de perfil acrescido das respectivas fichas técnicas, sendo 07 frontais e os restantes 18 laterais, com esquemas de pintura e/ou camuflado utilizados pelas nossas FA's que tiveram as viaturas à sua carga, assim como apresenta o perfil das Chaimite V-200 das Forças de Segurança do Líbano e dos Fuzileiros do Peru:
- Camiões Berliet-Tramagal GBC e GBA na versão 4x4 e 6x6, Tramagal Turbo da MDF;
- Família de viaturas blindadas Chaimite V-200, Comando Mk III, camiões Gazela e Leopardo da Bravia;
- Jipes Cournil e Alter da UMM;
- Família de viaturas blindadas PANDUR II da Steyr-Daimler-Puch.
          O facto da narrativa do livro ombrear com 25 perfis (cujo desenho tem por base um modelo 3D) e mais de 200 fotografias em 144 páginas, traduz-se num livro com uma relação de texto vs ilustrações que promete torná-lo muito sedutor para quem se interessa por estas viaturas militares, quer num contexto da história automóvel, história militar, servir de apoio ao modelismo ou tão simplesmente para recordar com saudade estes "camaradas" de rodas da vida militar.
          Realço com particular agrado no que concerne ao emprego destas viaturas pelos Fuzileiros da Marinha Portuguesa que, o livro aborda o uso dos 04 blindados Chaimite V-200, dos jipes UMM Alter da Unidade de Polícia Naval e dos camiões Berliet-Tramagal GBC e GBA, contando a título de exemplo com a colaboração de Fuzileiros, antigos elementos das suas guarnições (a quem se agradece mas uma vez a sua pronta contribuição), inclusive dispõe o perfil de uma Berliet GBA e da única e mítica Chaimite V-200 "Armada 90", versa ainda sobre a utilização das Chaimites (cedidas pelo Exército Português) e UMM's pelos Fuzileiros em Missões de Paz (respectivamente na Bósnia-Herzegovina e Timor-Leste).
           Por último, cumpre destacar que as ilustrações de perfil (criadas nos programas: Blender 3D e Photoshop) são todas da autoria do ilustrador português Paulo Alegria, cujo trabalho já é conhecido em artigos de revistas portuguesas e estrangeiras, nomeadamente: Revista "Mais Alto" da FAP, “Air Magazine”, “Aero Journal”, “Fliger Revue”, “Aviation Classic”, “Aviões de Combate a Jacto”, igualmente também já efectuou trabalhos para os CTT.
          Mais recentemente colaborou com a Marinha Portuguesa na edição do livro "100 Anos da Aviação Naval - 1917 a 2017" e, faz parte de uma equipa que está a colaborar para a redacção de um novo livro sobre a Aviação Naval em Portugal.



          Para quem estiver interessado em assegurar a compra deste livro por 25€ Euros, existe a hipótese de pré-encomenda até dia 29 do corrente mês, mediante a campanha de crowdpublishinghttps://ppl.com.pt/prj/berliet-chaimite-umm

Contactos do autor:
pmonteiro.reports@gmail.com / +31 643 552 850

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15/12/17

DIPLOMA DE SÓCIO-HONORÁRIO DA ASSOCIAÇÃO DE FUZILEIROS

          No dia 27 de Outubro do corrente ano, fui agraciado no salão polivalente da Associação de Fuzileiros com o Diploma de Sócio-Honorário desta importante Instituição, entregue pelo seu Presidente da Direcção Capitão-de-Mar-e-Guerra José António Ruivo.
         Segundo o texto do Diploma esta atribuição deve-se ao facto de cumprir o que se observa disposto no ponto 1.3 do artigo quinto dos Estatutos da AFZ's: "...por actos excepcionalmente meritórios tenham prestado serviços considerados muito relevantes à Associação de Fuzileiros...".
          Cumpre-me agradecer a iniciativa da proposta feita por um grupo de sócios à Direcção da Associação, proposta que foi aprovada por unanimidade em Assembleia-Geral realizada a 25 de Março de 2017.
          A cerimónia de entrega do Diploma realizou-se na presença de todos os órgãos sociais da AFZ e de sócios mais antigos, tendo também sido agraciado nesta mesma cerimónia com o Diploma de Sócio-Honorário o Almirante Macieira Fragoso (ex-CEMA).
       Mais uma vez agradeço a todos os intervenientes no processo e aos presentes na cerimónia. Sinto-me muito honrado e sensibilizado com a vossa amizade e verdadeira camaradagem! Encaro esta distinção como um reconhecimento.
         Finalizo gracejando com um pouco de humor naval: conforme verbalizei no momento do discurso, esta cerimónia revestiu-se com uma curiosa particularidade pelo facto de eu já ser Sócio-Aderente da AFZ e consequentemente mais antigo como sócio do que o estimado amigo Almirante Macieira Fragoso, que passou a ser sócio naquele mesmo dia.
         Apesar de ser um Oficial General, utilizando a gíria naval e para os devidos efeitos, passou a ser um sócio "mais marreta", situação que não acontece todos os dias, no entanto não deixou de formar à minha direita, ou seja, nem sempre a antiguidade é um posto...

11/12/17

1000 EDIÇÕES DA REVISTA DE MARINHA!






































          A prestigiosa Revista de Marinha (http://revistademarinha.com/) está de parabéns, editou a sua milésima revista e brinda os seus leitores com um conteúdo especial dotado de 124 páginas, versando sobre 03 áreas: “política / estratégia / direito”, “economia do mar” e “náutica de recreio”.
          Apresenta ainda uma introdução com contributos para a história da revista e os habituais conteúdos (prefácio editorial e as crónicas).
          Um «BRAVO ZULU» ao estimado amigo Almirante Alexandre Fonseca e restante pessoal destacado na "Revista de Marinha"!

10/12/17

FILME DO DESEMBARQUE DE VIATURAS ANFÍBIAS LVT-4 DOS FUZILEIROS


          Publiquei no canal de youtube do blogue um pequeno filme de um desembarque na década de 60 de algumas viaturas blindadas anfíbias de lagartas LVT-4 e uma viatura ligeira Dodge "Jipão", a partir de uma antiga LDG da classe "Alfange":

          Estas viaturas estiveram ao serviço da Escola de Fuzileiros e, actualmente um exemplar destes blindados encontra-se na Sala-Museu dos Fuzileiros (Escola de Fuzileiros), na forma de diorama de modelismo:

07/12/17

TESTE A SUA FUZOCULTURA!


TESTE A SUA "FUZOCULTURA" COM 101 QUESTÕES SOBRE A HISTÓRIA DOS FZ’s, SUAS UNIDADES, MEIOS E EQUIPAMENTOS:

1- Que LDG's participaram na "Operação Mar Verde"?

2- O que significavam as siglas “UAF” e "CAF"?

3- Em que país de Língua Oficial Portuguesa, depois de obter a Independência, estiveram destacados os FZ’s no início deste século?

4- Como se designavam os 03 grandes exercícios da Marinha da década de 80 e 90 em que participavam os FZ's?

5- O que é verdadeiramente necessário para ultrapassar alguns dos obstáculos da “Pista de Lodo”?

6- Durante a Guerra do Ultramar, em que Teatro de Operações existiram 03 DFE's Africanos?

7- Em que Mar e Teatro de Operações se estreou o PELBOARD?

8- Que tipo de sistema de armas é a “Walter MPK”?

9- Qual era a alcunha da Chaimite V-200 apetrechada com 08 tubos de Lança-Granadas-Foguetes de 90mm na torre?


10- Qual era a raça e o nome de um famoso cão de guerra dos FZ's que ganhou vários troféus em campeonatos de cães?


11- Qual era a função do “Moço da Botica”?


12- Quais são os calibres dos morteiros utilizados pelos FZ's?


13- Que Oficial foi homenageado com atribuição do seu nome à "Pista de Lodo"?


14- Em que anos se realizou o último curso de Fuzileiros Especiais?

15- Quais eram os modelos das Berliet-Tramagal que os FZ's tiveram?

16- O que significa a sigla "DFE"?

17- Qual é o nome do modelo das lanchas Anfíbias dos FZ's?

18- Qual era o nome e calibre da munição do Lança-Granadas-Foguetes “Armada 69” e “OGMA” utilizado durante a Guerra do Ultramar?

19- O que é considerado a “Imagem de Marca” da Escola de FZ’s?

20- Que tipo de função exerciam as viaturas alcunhadas por: "Mimosa", "Acácia" e os "Ouriços"?

21- Em que ano foi inaugurada a Sala-Museu dos Fuzileiro?

22- Que tipo de navio era o “NRP Montante”?

23- Qual era o fabricante nacional da espingarda HK G3?

24- O que significam as siglas “UAMA” e “UMD”?

25- Qual é a marca e modelo de viatura que durante a Guerra do Ultramar era alcunhada por "Burro do Mato"?

26- Em que Teatro de Operações da antiga Jugoslávia estiveram destacados em Missão de Apoio à Paz os FZ's?

27- Que tipo de sistema de armas é a “HK MG-3”?

28- Em que Teatro de Operações foi utilizado durante a Guerra do Ultramar um pequeno Hovercraft?

29- Em que ano surgiu e em que ano foi formalmente criado o DAE?

30- O que significa a sigla "PELGE"?

31- No “25 de Abril de 1974” em que consistiu a participação dos FZ’s?

32- Em que local da Escola de FZ's operava o designado "Bote aero-deslizante"?

33- Em que ano e país se realizou a "Operação Mar Verde"?

34-Em que Unidade da Marinha se realizou o 1.º Curso de Fuzileiros Especiais?

35- Por quantas e quais viaturas era formado o “Esquadrão Anfíbio”?

36- Qual é o nome técnico correcto do antigo sistema de comunicações conhecido por "Banana"?

37- Durante a Missão de Apoio à Paz na Bósnia-Herzegovina, com que viatura blindada foram equipados os FZ's?

38- Quantos e qual é o nome dos primeiros FZ's que foram formados nos Royal Marines no Reino Unido?

39- O que significa a sigla "PELREC"?

40- Quais são os 04 sistemas de armas pesados utilizados pelos FZ's?

41- Quais são os 03 significados das duas fitas pretas da Boina de Fuzileiro "azul ferrete"?

42- O que significa a sigla "LDP"?

43- Durante a Guerra do Ultramar, qual era a alcunha dos botes de fibra de vidro da marca Sintex?

44- Durante a Guerra do Ultramar, que distrito e antiga colónia era denominado de "Estado de Minas Gerais" pelas forças portuguesas, devido ao grande n.º de minas Anti-Carro e Anti-Pessoal?

45- Por que termo foram conhecidos durante vários anos os FZ's radiotelegrafistas?

46- Por que nomes era conhecida a 1.ª Pista de Obstáculos e de Combate da Escola Naval?

47- Qual é a marca e modelo da 1.ª espingarda automática utilizada pelos FZ's?

48- Em que local se situava o exercício designado por "Passagem Interior"?

49- Que tipo de sistema de armas é o “Milan”?

50- Em que ano foram criados os Batalhões de Fuzileiros n.º 1, 2, 3 e 4?

51- O que significavam as siglas "UATT" e “CATT”?

52- O que significam as letras LARC da Lancha Anfíbia?

53- Por que nome era antigamente designada a "Base de FZ's"?

54- Por qual alcunha era designada a pistola-metralhadora “PPSH” utilizada pelos movimentos de guerrilha durante a Guerra do Ultramar?

55- Em que país asiático sem ligação ao mar foram empenhados os FZ's em 2010?

56- Qual é a Unidade de FZ's que teve um "Timbalão-mor" dotado de um Bastão-Compasso?

57- Qual é o calibre da metralhadora-ligeira HK MG-42?

58- Com que Ramo das FA’s a Marinha Portuguesa e os seus FZ’s participavam em exercícios conjuntos da série “ALBATROZ” na década de 80 e 90?

59- Qual é o nome dos actuais botes pneumáticos dos FZ’s?

60- Que tipo de função exerciam as viaturas alcunhadas por: "Aranhiço" e "Escorpião"?

61- Qual é o termo técnico correcto para designar o popularmente designado “Combate Urbano”?

62- Quais eram os Navios de Apoio que durante a Guerra do Ultramar foram utilizados para transportar Unidades de FZ’s?

63- Que tipo de navio e n.º de amura se encontra em exposição estática nas imediações da Porta d' Armas da Base de Fuzileiros?

64- Que Unidade de FZ’s tem sempre que participar no exercício “Costa Aberta”?

65- Qual é a origem do fabrico do capacete RBH 103?

66- Porque motivo a Boina dos FZ’s é “azul ferrete”?

67- Porque motivos os FZ’s quando participam em cerimónias militares, formam as suas fileiras sempre à direita das outras formações militares nacionais e destroçam em 1.º lugar?

68- Que equipamento antigo dos FZ’s era designado por “Lagarto”?

69- Qual era o nome anterior do “Batalhão Ligeiro de Desembarque”?

70- Em que ano foi criado o “Centro de Treino e Criação de Cães de Guerra”?

71- Qual foi o Rei e qual era o seu cognome que assinou a Carta Régia que deu origem aos Fuzileiros como primeira unidade militar organizada de carácter permanente em Portugal?

72- Em que cidade e antiga colónia existiu o “Centro de Instrução e Preparação de Fuzileiros Especiais Africanos”?

73- Que tipo de sistema de armas é o “Tampella”?

74- Como se designava a Unidade que antecedeu o DAE?

75- Qual é a função dos Destacamentos “HUMINT” e “CIMIC”?

76- Em que ano e país decorreu a "Operação Crocodilo"?

77- Que viatura blindada anfíbia do período da 2.ª Guerra Mundial existiu na Escola de FZ's?

78- Como se designava a origem dos Oficias Subalternos Milicianos na Marinha Portuguesa?

79- Qual era a origem, marca e modelo da viatura alcunhada por "Jipão"?

80- Que tipo de meio são os "SKUA" e que Unidade de FZ's os utiliza?

81- Qual é o país que fabricou as LARC-5 e o país de onde vieram para Portugal?

82- Com que tipo de infraestruturas civis os FZ’s contribuíram para a reconstrução de Timor-Leste?

83- Quantas classes de LDM's existiram?

84- Que Unidade dos FZ's realiza o exercício exclusivo "SUBEX-RANEX"?

85- Em que ano e que Presidente da República inaugurou o Monumento aos Fuzileiros mortos em combate durante a Guerra do Ultramar, situado na Escola de Fuzileiros?

86- Quais são as marcas e modelos de espingardas automáticas com que o DAE é apetrechado?

87- O que era a "Chipa" e onde se encontrava?

88- Em 1961, porque meio e modelo de transporte partiu para Angola o DFE n.º 1?

89- O que significa a sigla "COEMAR" e a que permite ingressar?

90- O que é um “Patrão de Lancha” e em que Unidade de FZ's existe?

91- Em ano e local decorreu o exercício combinado da NATO "DRAGON HUMMER" em que participaram os FZ’s com grande sucesso?

92- Em que ano e local de Paris, no âmbito dos festejos da Revolução Francesa participam os FZ’s num desfile militar, transportando a bandeira da União Europeia?

93- Em que local da Guiné-Bissau e que DFE’s participaram em 1962 na «Operação Tridente»?

94- Qual era o nome da Força de Fuzileiros que constituiu a Reserva Operacional Terrestre da «SFOR» na Bósnia-Herzegovina?

95- Em que ano e país decorreu a «Operação Forrez»?

96- O que está descrito numa das paredes do edifício da UMD?

97- Em que ano e país os FZ’s realizaram missões SAR, ajuda humanitária e distribuição alimentos às vítimas das cheias do Rio Save?

98- Que Unidade de FZ’s providenciou segurança a Embaixada Portuguesa na Guiné-Bissau em 1998 durante a «Operação Falcão»?

99- Que tipo de sistema de armas era o “Dilagrama” e porque nome era designado nos FZ's?

100- Qual era o nome da LDG que esteve atribuída a Moçambique durante a Guerra do Ultramar?

101- Que Oficial foi recentemente homenageado com atribuição do seu nome ao edifício do Batalhão de Instrução?