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06/07/09

NAVIO-REABASTECEDOR "BÉRRIO"

(ACTUALIZADO)

Navio-Reabastecedor "BÉRRIO"

TIPO DE NAVIO:
Reabastecedor ligeiro

PERFIL:


DESLOCAMENTO:
11.552 toneladas

DIMENSÕES:
140,6 x 19,2 x 7,3 metros

PROPULSÃO:
2 motores a diesel SEMT-Pielstick 16 PA4 185 - 15.360cv

1 propulsor de manobra à proa de 500cv
1 hélice de passo variável

ENERGIA:
7 geradores diesel-eléctricos VOLVO PENTA de 360kVA

COMBUSTÍVEL:
123 toneladas

VELOCIDADE MÁXIMA:
19 nós (35 km)


AUTONOMIA:
15.000 milhas a 15 nós

GUARNIÇÃO:
Oficiais: 9 (Sob o comando de um oficial superior)
Sargentos: 13
Praças: 49
Total: 71 (20 femininos)

HELICÓPTEROS:
Convés na popa para 1 helicóptero

RADAR:
Navegação - KELVIN HUGHES 1007, banda I (37 Km de alcance)

COMUNICAÇÕES:
- 1 ETO (Emissor Transmissor de Ordens);

- Comunicações por satélite INMARSAT B;
- Radiogoniómetros VHF / HF / MF;
- 5 Projectores de sinais

EQUIPAMENTOS:
- Sonda ultrassónica SEACHART III;
- Sistema GPS MX200;
- Sistema de Carta Electrónica ECDIS;
- 2 Embarcações Mk9;
- 1 Lancha semi-rígida;
- 1 Bote pneumático ZEBRO III;
- Receptor DGPS;
- Odómetro electromagnético;
- Girobússola;
- Anemómetro;
- Agulha magnética;
- Agulha giroscópica;
- Barógrafo;
- Barómetro;
- 2 canhões de água;
- 3 Paus de carga;
- 2 Gruas hidraúlicas;
- 1 Grua hidráulica telescópica HIAB 60 SEACRANE de 3,5 toneladas;
- Sistema de recepção de Avisos à Navegação NAVTEX;
- Receptor meteorológico FAC-SIMILE - NAGRAFAX

CAPACIDADE DE CARGA:
- 6.600 toneladas de diesel (F76);
- 460 toneladas de combustível de helicópteros (F44);
- 325 toneladas de água;
- 120 toneladas de sólidos;
- 25 toneladas de munições;
- 10 toneladas de óleo lubrificante

SISTEMA DE CONTRAMEDIDAS ANTI-MISSÍL:
2 x 6 tubos lançadores de chaff/flare VICKERS CORVUS


SISTEMA DE CONTRAMEDIDAS ANTI-TORPEDO:
2 Roncador GRASEBY 182 rebocados

SISTEMAS DE ARMAS:
2 Peças OERLINKON Mk7 de 20mm/65 (2 Km de alcance)

DESIGNAÇÃO NATO:
AO


INDICATIVO DE CHAMADA INTERNACIONAL:
TANBERRIO


ENDEREÇO RADIOTELEGRÁFICO:
CTEA


NÚMERO DE AMURA:
A5210


BASE DE APOIO:
Base Naval de Lisboa

NOME:
N.R.P. Bérrio

ANO DE CONSTRUÇÃO:
1970 / 1993

EMPREGO OPERACIONAL:
- Apoio logístico à esquadra;
- Apoio a operações SAR;
- Presença Naval;
- Apoio e participação em exercícios e operações navais

NOTAS:
• Foi construído nos Estaleiros "Swan Hunter" em Hebburnon-Tyne (Inglaterra), integrou a «Royal Fleet Auxiliary» com o nome "BLUE ROVER", e serviu como navio de apoio logístico aos navios de guerra da «Royal Navy», no conflito das Ilhas Falklands/Malvinas em 1982.


"Bérrio" integrado na «Royal Fleet Auxiliary» ainda como BLUE ROVER, servindo como navio de apoio logístico no conflito das Ilhas Falklands/Malvinas em 1982

• Curiosamente foi um dos navios da «Royal Fleet Auxiliary» arrolado para o embargo naval ao porto marítimo da Beira (Moçambique), decretado pela ONU em 1966-1979, para impedir o fornecimento de petróleo a Rodésia (Zimbabwé) na sequência da sua declaração de independência unilateral.
• Ainda ao serviço da «Royal Fleet Auxiliary» foi remotorizado em 1973 e modernizado em 1991, adquirido em 1993 por cerca de 1 milhão de Contos substituiu o reabastecedor "S. Gabriel", abatido do serviço efectivo devido a problemas graves na propulsão a vapor, cuja reparação não seria viável.
• Dispõe de um convés na popa e equipamento de reabastecimento para helicópteros.


Convés de voo na popa

• Esta apetrechado com um casco simples, 6 estações de transferência de sólidos, 6 estações de transferência de líquidos e 1 elevador junto ao convés da popa com acesso aos porões de armazenagem, de forma a permitir o abastecimento de navios utilizando helicópteros (VERTREP).


Helicóptero a efectuar reabastecimento vertical (VERTREP) por carga suspensa

• Com o objectivo de cumprir as directivas comunitárias no que concerne ao ambiente por parte das unidades navais, apesar de o "Bérrio" estar somente dotado de um casco simples, com o desiderato de contrabalançar a inexistência do casco duplo, opta-se por utilizar única e exclusivamente o porão de armazenagem central para efeitos de transporte de combustível.
• Esta optimizado para abastecer de líquidos três navios em simultâneo, sendo que duas estações localizam-se em cada costado, e a terceira estação na popa, mais adequada para o reabastecimento de submarinos, cada uma tem capacidade de transferência de 500 toneladas/hora.
• Tem capacidade para transportar viaturas, inclusive blindados ligeiros e um pequeno contingente de militares.
• Em Outubro de 1995, realizou-se a bordo uma meia maratona (21.097,5m), participando 19 elementos da guarnição.
• Em 2001, durante a participação no exercício "SWORDFISH" teve a bordo um simulador de guerra electrónica da NATO para a realização de exercícios avançados de guerra electrónica.
• Em 2003, durante o exercício "NEOTAPON" foi empregue na condução de operações de reabastecimento, após um longo período de reparação.
• Em Abril de 2005, participou no exercício de contra proliferação de Armas de Destruição Maciça "NINFA 2005", simulando um navio suspeito.
• Em Setembro de 2006, no decurso do exercício "INSTREX" simulou um navio mercante sequestrado por emigrantes clandestinos, sendo posteriormente alvo de assalto de uma secção do PELBOARD.



Assalto da secção do PELBOARD

• Em Novembro de 2005, participou no exercício "LUSIADA", apoiando o COMFRI no trânsito para a área de exercício.
• Em Novembro de 2006, participou no exercício "LUSIADA" no âmbito da preparação das Forças Armadas para cenários de resposta a crises.
• Em Abril de 2009, realizou pela 1.ª vez uma viagem de instrução com 45 cadetes da Escola Naval, para a qual sofreu uma extensa transformação numa área de 120 m² para efeitos de acomodação, durante o estágio participou no exercício da Marinha Francesa "EUROPEAN CADET TRAINING 09", realizando séries de ASW, AAW, ASUW, MCM, BOARDING e guerra assimétrica.
• Em Julho de 2009, participou numa demonstração relativa ao exercício de Segurança Energética organizado para o Presidente da República, simulando um navio tomado por piratas e posteriormente assaltado pelo PELBOARD por recurso a "fast-rope" de um Lynx.
• Em Outubro de 2009, participou no exercício de combate à poluição "ESPADARTE 2009", simulando o navio-tanque da Shell sinistrado, na costa Oeste ao largo de Sines.
• Tem sido modernizado de forma a permitir prolongar a sua vida útil até 2012, que deveria ter terminado em 2004, a Marinha de Guerra Portuguesa pretende obter um novo reabastecedor de esquadra até 2016.
• Participa também nos exercícios nacionais: AÇOR, CONTEX, PHIBEX e ZARCO.
• Para além de Portugal a classe "ROVER", também é operada pelas Marinhas de Guerra da Inglaterra e Indonésia.

PARTICIPAÇÃO EM MISSÕES IMPORTANTES:
• Em 1991, durante a Guerra do Golfo foi atribuído a «Operação Gramby» por 6 meses.
• Em 1995, participou na «Operação Sharp-Guard» da UEO/NATO no Mar Adriático, prestando apoio aos navios que efectuavam vigilância marítima.
• Em 1995/96, forneceu apoio logístico ao Contingente Português da «IFOR» na Bósnia.
• Em Junho de 1998, integrou na «Operação Crocodilo», transportando uma equipa médica-cirúrgica (1 cirurgião, 1 anestesista, 3 enfermeiros e 2 auxiliares socorristas), uma secção de Mergulhadores Sapadores, uma secção de morteiros, uma secção de apoio de serviços do Corpo de Fuzileiros e prestou apoio logístico aos navios da Armada envolvidos na evacuação de civis e militares nacionais do conflito da Guiné-Bissau, inclusivamente reabasteceu a Fragata "Drogu" da Marinha de Guerra Francesa.
• Em Setembro de 2005, devido a actividade sismológica registada nos Açores, foi destacado para o arquipélago, para um eventual auxílio às populações, transportando uma equipa de 60 Fuzileiros, 1 médico e 1 enfermeiro do Centro de Medicina Naval, assim como um carregamento extra de medicamentos e material de apoio de campanha.

30/06/09

ESQUADRILHA DE HELICÓPTEROS DA MARINHA

(ACTUALIZADO)

"TREINO DURO COMBATE FÁCIL"


Helicóptero WESTLAND SUPER NAVY LYNX Mk95

TIPO DE AERONAVE:
Helicóptero de luta anti-submarina


PERFIL:


MODELO:
WESTLAND SUPER NAVY LYNX Mk95

PESO:
3.110 kg (vazio), 5.126 kg (máximo)

DIMENSÕES:
15,2 x 12,8 (rotores) x 3,5 metros (altura)

MOTORES:
2 Turbinas Rolls Royce GEM 42-1 Mk1017 - 1.120cv (835kW)
2 rotores (principal e de cauda, cada um com 4 pás)

COMBUSTÍVEL:
F44 - 802 kg (2h10min) ou 1.520 kg (3h45min) com tanques auxiliares

VELOCIDADE MÁXIMA:
168 nós (255 Km)

VELOCIDADE OPERACIONAL:
120 nós (232 Km)

CONSUMO MÉDIO:
300 Kg/hora

ALTITUDE MÁXIMA:
12.000 Pés (3.600 metros)

AUTONOMIA:
240 milhas (sem reabastecimento)
100 milhas (voo com regresso ao navio)

TRIPULAÇÃO:
Pilotos: 2 Oficiais
Operador de sistemas: 1 Sargento
Total: 3

RADAR:
Radar de busca semi-activo BENDIX RDR 1500B de 360º de varredura / 160 milhas

SONAR:
Sonar (activo/passivo) omnidireccional de profundidade variável BENDIX AN/AQS-18 (300 metros de cabo/profundidade)



Sonar acústico activo de profundidade variavél BENDIX AQS-18

COMUNICAÇÕES:
- Interfonia;
- Telebrief;
- Data-link VESTA;
- Telefone submarino UWT
- HF Collings hF 9000;
- UHF com homing CHELTON SYSTEM 7;
- UHF Collings Dual AN/ARC 182

SISTEMAS DE NAVEGAÇÃO:
- Computador táctico de navegação RACAL RNS 252;
- GPS MARCONI CMA-3012;
- Main Compass BAE GM Mk9;
- Sistema Doppler RACAL Type 91;
- Radar altímetro SMITHS NA/APN 198;
- Sistema de controlo de voo;
- Sistema de velocidade verdadeira do ar PENNY and GILES D11731TH;
- Sistema giroscópico;
- Sistema IFF COSSOR 4720;
- VOR-DME (COLINS VOR-VIR 31A);
- DME (COLLINS DME 42);
- CCS RACAL B963

EQUIPAMENTO:
- Arpão hidráulico;
- Trem de triciclo não retráctil com travão das rodas;
- 4 flutuadores de emergência (2 no nariz e 2 nos sponsons do trem principal);
- 2 geradores de 6kW a 28V;
- 2 alternadores de 15 kVA A 115/200V;
- 1 bateria de 23A/h;
- Guincho com capacidade de 272 kg;
- Cabo de fast-rope;
- Banco PAX de 3 ou 6 passageiros;
- Gancho SACRU para carga externa suspensa até 1.680 kg

CAPACIDADE DE CARGA:
9 homens ou 970Kg de carga (equipamento ASW removido e configurado como utilitário)

SISTEMAS DE ARMAS:


2 Torpedos de 324 mm Mk46 Mod5 Neartip (activo / 40 nós / 9,2Km de alcance)


1 Metralhadora-pesada FN M3M de 12,7mm

NÚMERO DE REGISTO:
19201
19202
19203
19204
19205

ANO:
1993

EMPREGO OPERACIONAL:
- Realiza como missões prioritárias: a luta anti-submarina, luta anti-superfície, reconhecimento, patrulha marítima, apoio de tiro contra a costa e interdição de área para além das 100 milhas e da capacidade dos sistemas de armas do navio em que esteja asserido.
- Têm como missões secundárias: o transporte utilitário e táctico de carga e pessoal, SAR, lançamento de tropas com o equipamento de mergulho para a água (HELICAST), evacuações médicas (MEDEVAC), e reabastecimento vertical (VERTREP), por gancho SACRU para carga externa suspensa.


Helicóptero LYNX a efectuar SAR



HELICAST - Elemento dum DMS a efectuar salto de helicóptero


MEDEVAC - Helicóptero Lynx a ser utilizado para efectuar uma evacuação médica


VERTREP - Helicóptero a efectuar reabastecimento vertical por carga suspensa

- Quando necessário colaboram nas missões de SAR com os helicópteros SA 316 ALOUETTE III, com os recentes EH-101 MERLIN e com os aviões CASA C-212-100, C-212-300 AVIOCAR, Lockheed Martin HERCULES C-130H, e nas missões com os aviões de patrulha marítima e Lockheed Martin P3 C-II ORION da FAP.


Helicóptero SA 316 ALOUETTE III em missão SAR


Helicóptero EH-101 Merlin


Avião CASA C-212-100 AVIOCAR em patrulha marítima


Avião CASA C-212-300 AVIOCAR em patrulha marítima


Avião Lockheed Martin Hercules C-130H


Avião Lockheed Martin P3 ORION de patrulha marítima

NOTA:
• Em 1982, no conflito das Ilhas Falklands/Malvinas, a Marinha de Guerra Britânica utilizou helicópteros Lynx na destruição do submarino "Santa Fé" e de navios argentinos, em 1991 na Guerra do Golfo utilizou-os novamente tendo destruído várias lanchas-rápidas da Marinha de Guerra Iraquiana por via de mísseis SEA SKUA. Mais recentemente, em 2003 também actuaram na «Operação Iraqi Freedom».
• É um helicóptero projectado para operar a partir de navios do porte de uma corveta, estão preparados para operar com condições de mau estado de mar e de tempo ("sea state" +6 e ondulação de 4/6 metros), afim de facilitar o estacionamento no hangar, o cone da cauda é rebatível e as quatro pás são dobráveis e aerodinâmicas, possuindo pontas curvas, são construídas em materiais compósitos de fibra de vidro, com escudo de titânio e níquel, para protegê-las da corrosão do meio marinho.
• A Marinha Portuguesa possui cinco unidades na versão ASW, encomendados em Novembro de 1990 e recebidos em 1993, três novos e dois adquiridos a "Royal Navy", tendo sido convertidos do padrão Lynx HAS.3S para Lynx Mk 95, destinados às fragatas da classe "Vasco da Gama", começaram a ser embarcados somente a partir de 1995.
• O requisito original previa 7 unidades, de modo a permitir uma maior rotatividade dos aparelhos, guarnições, respectivas equipas de manutenção e em caso de urgência destacar para cada fragata 2 helicópteros, situação que ocorreu na «Operação Crocodilo» em 1998, mas na prática a situação com 5 Lynx's tem obrigado a uma certa sobrecarga de horas de voo (16 mil), sendo que a frota já usufruiu de 50% da sua vida útil.
• A médio prazo (2009-2010) a modernização dos aparelhos tem por finalidade satisfazer as novas necessidades operacionais, nomeadamente em missões ASUW, equipando-os com o sistema de vigilância electrónica FLIR 2000HP, sistema de pontaria para lá do horizonte VESTA-Helo, filtros de areia para operar em ambiente terrestre e blindagem amovível na forma de placas e tapetes de kevlar com capacidade para promover protecção balística.
• A Esquadrilha de Helicópteros da Marinha (EHM) foi formalmente activada em 24/09/1993 e é operada a partir da Base Aérea n.º 6 em Montijo, são as novas "asas" da Armada Portuguesa após um período de quase 41 anos de interregno.
• Participam activamente no treino de Fuzileiros e Mergulhadores, desde a inserção no local de operação, até a recolha dos mesmos, de salientar que se encontra em fase de estudo e futuramente de treino, a capacidade de lançamento do DAE de pára-quedas a partir de helicóptero.
• O destacamento aéreo embarcado nas fragatas é constituído por 12 elementos, quando se opera 1 Lynx, 9 elementos da área de manutenção e 3 da tripulação, o número aumenta para 16 quando operam 2 helicópteros, sendo 11 da área de manutenção e 6 das tripulações.
• Em Dezembro de 1994, teve lugar a primeira missão operacional dos Lynx, quando dois embarcados na fragata "Vasco da Gama" participaram no exercício "CONTEX"
• Em 2002, durante a participação no exercício "INSTREX" realizou-se com sucesso o lançamento de um torpedo Mk46.
• Em Março de 2009, conclui-se o processo de certificação da metralhadora-pesada FN M3M Mk3 de 12,7mm montada transversalmente a bombordo (com capacidade para 600 munições), durante a navegação da fragata "Corte-Real" integrada na SNMG1, sistema de armas que irá permitir a capacidade de interdição marítima e ataque contra alvos terrestres, sobretudo durante a prestação de apoio de fogo próximo às operações anfíbias.


Lynx com metralhadora-pesada FN M3M 12,7mm montada a bombordo


Lynx com metralhadora-pesada FN M3M 12,7mm a bordo da Fragata Corte Real

• Em Julho de 2009, um Lynx participou numa demonstração relativa ao exercício de Segurança Energética organizado para o Presidente da República, introduzindo o PELBOARD por recurso a "fast-rope" no "Bérrio".

• Em Março de 2010, a EHM foi condecorada pelo CEMA com a Medalha Militar de Serviços Distintos Grau Ouro, pelas acções desenvolvidas no âmbito das missões da Marinha.
• Para além de Portugal o LYNX, também é utilizado pelas Marinhas de Guerra da África do Sul, Alemanha, Brasil, Coreia do Sul, Dinamarca, França, Holanda, Inglaterra, Malásia, Noruega, Oman, Paquistão, Singapura e Tailândia.

PARTICIPAÇÃO EM MISSÕES IMPORTANTES:
• Em 1994, a bordo da "Corte Real" participaram na «Operação Sharp-Guard» da UEO/NATO, no Mar Adriático.
• Em 1995, a bordo da "Vasco da Gama" participaram na «Operação Sharp-Guard» da UEO/NATO, no Mar Adriático.



Lynx em operações de vistoria no Mar Adriatico

• Em 1998, dois helicópteros a bordo da fragata "Vasco da Gama" participaram na «Operação Crocodilo» com o objectivo de evacuar civis e militares nacionais e posteriormente a bordo da fragata "Corte Real" participaram na «Operação Falcão», prestando apoio à Embaixada Portuguesa na Guiné-Bissau.


Evacuação de civis por Linx na Guiné-Bissau

Helicóptero Linx na Guiné-Bissau

• Em 1998/99, a bordo da fragata "Vasco da Gama" integrada na «STANAVFORLANT», participaram na «Operação Harbour» da NATO, no Mar Adriático.
• Em 1999, a bordo da fragata "Corte Real" participaram na «Operação Allied Force» da OSCE, no Mar Adriático.
• Em 1999, no âmbito das missões INTERFET e UNTAET da ONU, a bordo da fragata "Vasco da Gama" realizaram missões de apoio médico-sanitário às populações, em Timor-Leste.


Helicóptero na missão da INTERFET em Timor-Leste

• Em 2000, um Lynx participou nas buscas de uma avioneta civil CESSNA 152 que caiu próximo do Portinho da Arrábida, prestando apoio aos Mergulhadores Sapadores.
• Em 2002, a bordo da fragata "Álvares Cabral", participaram na «Operação Active Endeavour» da NATO, no Mar Mediterrâneo.
• Em Janeiro de 2004, a 46 milhas de Vila Real de Stº António, um Lynx participou numa missão de combate ao narcotráfico na ZEE Portuguesa, em cooperação com a Polícia Judiciária, tendo sido utilizado pelo DAE para abordar uma embarcação suspeita (Fast-rope com hélis), na operação participaram também Fuzileiros, uma corveta e o submarino "Delfim".
• Em Fevereiro de 2006, a 145 milhas de Aveiro, dois Lynx's participaram na «Operação Atlântida» de combate ao narcotráfico na ZEE Portuguesa, em cooperação com a Polícia Judiciária, tendo abordado um cargueiro suspeito, que culminou na apreensão de 2,8 toneladas de cocaína, na operação participaram também o DAE, a fragata "Corte Real" e um avião P3 Orion da FAP.
• Em Abril de 2006, a bordo da "Corte-Real" na missão de apoio à política externa, um Lynx participou no exercício de cooperação técnico-militar "DISTEX", em Angola.



Helicóptero no exercício DISTEX a efectuar um VERTREP

• Em Setembro de 2006, a 180 milhas da Oeste da costa portuguesa, um Lynx participou na «Operação Mar Português» de combate ao narcotráfico na ZEE Portuguesa, em cooperação com a Polícia Judiciária, tendo abordado um iate suspeito, que culminou na apreensão de cerca de 800 Kg de cocaína, na operação participaram também a fragata "Vasco da Gama", uma equipa de oito Fuzileiros e um avião P3 Orion da FAP".
• Em Setembro de 2007, um Lynx a bordo da fragata "Álvares Cabral" integrada na SNMG1, participou numa missão histórica da NATO de circum-navegação ao Continente Africano, num exercício ASW e abordagem com a Marinha Sul-Africana e no socorro às vítimas da erupção vulcânica da ilha Jazirat, no Iémen.
• Em 2009, um Lynx a bordo da fragata "Corte-Real" integrada na SNMG1, tem participado no combate às acções de corso marítimo realizadas por piratas somalis.

NOTA: Site oficial da EHM: http://helicopteros.marinha.pt/Helicopteros/Site/PT