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21/01/17

ARTE MILITAR NAVAL - 09

          Regressando de novo à resenha "Arte Militar Naval", onde apresento os desenhos manuscritos de Luís Filipe Silva, escolhi para este artigo as Fragatas da classe "Bartolomeu Dias", navios de construção holandesa e adquiridos pela Marinha Portuguesa em 2006, entrando posteriormente ao serviço da Briosa respectivamente em 2009 e 2010, sendo a par das Fragatas da Classe "Vasco da Gama", os nossos únicos navios de combate de superfície.


Configuração das Fragatas da classe "Bartolomeu Dias"

Artigo sobre as FRAGATAS DA CLASSE "BARTOLOMEU DIAS":
http://barcoavista.blogspot.pt/2011/01/fragatas-da-classe-bartolomeu-dias.html

19/12/14

FILME DAS FRAGATAS NRP "DIOGO CÃO" E NRP "CORTE REAL"


           Mais um filme de 8mm a cores no canal de youtube deste blogue, cedido pelo Cte. José Rodrigues de Oliveira (CMG M FZE REF), onde é possível observar as Fragatas da mesma classe: NRP "Diogo Cão" F333 e NRP "Corte Real" F334 a navegar a par e efectuar reabastecimento. Trata-se de antigos contratorpedeiros da classe "John C. Butler", cedidos a Portugal em 1957 pelos EUA ao abrigo do Acordo de Defesa e Assistência Mútua.

https://www.youtube.com/watch?v=eRQfkuz1ocM&index=1&list=UUwBcnHbUtMJN7bAnj4mM6Jg

MAIS VÍDEOS DO CANAL DO BLOGUE BARCO À VISTA:

28/03/14

ARTE MILITAR NAVAL - 06

          Para este artigo escolhi os desenhos manuscritos de Luís Filipe Silva das Fragatas da classe "João Belo", tendo um navio da classe sido igualmente afundada para a criação do Parque Subaquático para Mergulho «Ocean Revival» ao largo de Portimão - Algarve, a antiga Fragata NRP "Hermenegildo Capelo" (F 481).

 Configuração da Fragata NRP "João Belo"
 

 Configuração da Fragata NRP "Sacadura Cabral"

10/02/13

LEITURAS À VISTA - 03

          Para a 3.ª “LEITURA À VISTA”, recomendo o livro: "Bissau em chamas", da Editora Casa das letras, redigido pelos Almirantes Alexandre Reis Rodrigues e Américo Silva Santos.
 


































 
 
 
          «Em Junho de 1998 aconteceu na República da Guiné-Bissau um golpe de estado militar seguido, sem solução de continuidade, por uma guerra civil sem quartel.
          Não se tratava, obviamente, do primeiro golpe militar africano. Mas, para Portugal, era uma ocasião especial por razões de natureza política e estratégica e por motivações afectivas muito próprias.
          Duas vias se apresentaram que pareciam fornecer a Portugal a oportunidade e os instrumentos necessários para recolher os cidadãos nacionais em situação precária e ajudar o povo e o Estado da Guiné-Bissau a retomar o caminho da sua normal evolução democrática: em primeiro lugar, a catalisação de uma aliança com nações amigas para uma intervenção humanitária militar preparada para impor e manter a paz entre as partes em conflito; e em segundo lugar, a acção nacional isolada, com o acordo das autoridades guineenses, correndo o risco de enfrentar hostilidades de potências já envolvidas no conflito.
          Os esforços desenvolvidos para a primeira solução lamentavelmente falharam. E Portugal ousou! Rápida e decididamente, de forma que se revelou oportuna, competente e eficaz, assumiu a segunda via. Vencendo cepticismos internos e externos, a diplomacia e as Forças Armadas Portuguesas, sob uma direcção política com vontade de fazer, viram recompensada a sua ousadia...».

23/01/11

FRAGATAS DA CLASSE "BARTOLOMEU DIAS"


ESQUADRILHA DE ESCOLTAS OCEÂNICAS


Fragata "D. Francisco de Almeida"

TIPO DE NAVIO:
Fragata multifunções

PERFIL:


DESLOCAMENTO:
3,320 toneladas

DIMENSÕES:
122,3 x 14,4 x 6,2 metros

PROPULSÃO:
Sistema CODOG (combinação de diesel ou gás)
2 motores diesel Stork Wartsilä 12 SWD 280 - 9.790cv
2 turbina a gás ROLLS ROYCE Spey-SM1 C - 33.800cv
2 hélices

ENERGIA:
4 motores electrogéneos de 660 kW
1 de emergência de 120 kW

COMBUSTÍVEL:
350 toneladas

VELOCIDADE MÁXIMA:
Motores a diesel - 22 nós (41 km)
Turbina a gás - 29 nós (55 km)

AUTONOMIA:
5.000 milhas a 18 nós

GUARNIÇÃO:
Oficiais: 20 (Sob o comando de um oficial superior)
Sargentos: 40
Praças: 99
Equipa de Abordagem (Fuzileiros): 5
Secção de Mergulhadores: 2
Destacamento aéreo: 12 (1 helicóptero)
Total: 178

HELICÓPTEROS:
Hangar e convés para 1 helicóptero (24,2 x 14,4 metros)
1 Helicóptero Westland Super Navy
Lynx Mk95

RADARES:
Pesquisa ar/superfície - SMART-S 3D, banda F (70 Km de alcance / 2m²)
Pesquisa ar/superfície - LW-08 2D, banda D (162 Km de alcance)
Pesquisa superfície - LPI: Scout FWCW, banda I (27 Km de alcance)
Navegação - KELVIN HUGHES 1007, banda I (37 Km de alcance)

SONARES:
Casco: Signaal PHS-36 procura e ataque activo e passivo / 7,5 kHz média frequência (1,2 Km de alcance);
Rebocado: Anaconda Tactas DSBV 61A VDS passivo / baixa frequência

COMUNICAÇÕES:
- Receptores de LF/MF/HF;
- Transmissores de HF/MF;
- Transreceptores em UHF/HF/VHF;
- Teleimpressoras T1000;
- Rede telefónica interna;
- Comunicações por satélite SHF SATCOM;
- Comunicações por satélite INMARSAT B;
- Telefone submarino TUUM2D;
- MCCIS (Maritime Comand and Control Information System);
- Sistema AIS da Saab;
- Vocality International Ltd V-150;
- Circuito de radio-teleimpressora;
- 1 ETO (Emissor Transmissor de Ordens);
- 2 Projectores de sinais

EQUIPAMENTOS:
- NTDS (Sistema de Gestão de Dados Tácticos Navais);
- Sistema de navegação electrónica MNS 2000;
- Sistema de Carta Electrónica ECDIS;
- Sistema C2 (Comando e Controlo);
- Sistema IFF Mk2 mod IV;
- Sistema interno integrado de TV;
- Equipamentos portáteis de visão nocturna;
- TDS's (designadores visuais do alvo);
- Sistemas de espuma e pó químico;
- Estabilizadores activos;
- Hélices de passo variável ESCHER WEISS;
- Sistema de combate a incêndios de Dióxido de Carbono;
- Sensores para detecção do nível de radiação nuclear;
- Sistema de descontaminação radioactiva WASH-DOWN;
- Ar condicionado;
- Chuveiros SPRINKLERS para alagamento dos paióis de munições;
- Sistema de recolha e tratamento de esgotos;
- 1 Grua hidráulica telescópica;
- 2 Lanchas semi-rígidas RHIB;
- 1 Bote pneumático ZEBRO III;
- 11 Balsas salva-vidas;
- Sobressalentes para 60 dias;
- Sonda ultrasónica;
- Receptor DGPS;
- Odómetro electromagnético;
- Girobússola;
- Anemómetro;
- Agulha magnética;
- Agulha giroscópica;
- Ómega diferencial;
- Barógrafo;
- Barómetro;
- Sistema de recepção de Avisos à Navegação NAVTEX;
- Receptor meteorológico FAC-SIMILE – NAGRAFAX;
- Sistema de Comando e Controlo IMCS;
- Sistemas fixos de extinção de incêndios Halon 1301;
- Estabilizadores activos não retrácteis

CONTROLO DE TIRO:
- 2 Signaal STIR-18, banda I/J/K (controlo de mísseis / 140Km de alcance / 1m²);
- Sistema VESTA Helo transponder para OTHT (VHF / 10 GHz / 230 km);
- 1 AN/SPG-51C, banda G/I (sistema de controlo lançamento de mísseis HARPOON);
- Multipurpose Weapon Control System (controlo da peça de 76mm e mísseis SEA SPARROW)

SISTEMA DE COMBATE:
- SEWACO MkVII B, com sistema de gestão de dados combate GUARDION;
- Sistema de informação táctica LINK 11

SISTEMA DE GUERRA ELECTRÓNICA:
ESM/ECM APECS TX/ARGO AR-700 / 18 GHz:
(navios - 200 milhas de alcance / aeronaves 50 milhas de alcance)

SISTEMA DE CONTRAMEDIDAS ANTI-MÍSSIL:
2 x 6 tubos lançadores de chaff/flare Loral Hycor SRBOC Mk36 Mod1:
(Mk 182; Seagnat; Super Chaffstar; Super Gemini; Super Hiram III; Super Hiram IV; Super Loroc)
4Km de alcance

SISTEMA DE CONTRAMEDIDAS ANTI-TORPEDO:
1 Roncador electro-acústico rebocado Nixie AN/SLQ-25 (95 x 15,2cm / 18kg)

SISTEMAS DE ARMAS:
- 2 x 4 Lança-mísseis anti-navio Mk141 McDonnell Douglas RGM-84C HARPOON Block 1C (activo / 0.85 mach / 124 Km de alcance);
- 2 x 8 Lança-mísseis anti-aéreo Raytheon RIM-7M NATO SEA SPARROW Mk48 Mod1 (semi-activo / 2.5 mach / 14,5 Km de alcance);
1 Peça OTO-MELARA de 76mm/62 Mk100 (16 Km de alcance);
- 1 Peça Thales GOALKEEPER SGE-30 de 30mm (banda X / 3 Km de alcance);
- 2 Metralhadoras-pesadas BROWNING M2HB de 12,7mm (2,4 Km de alcance);
- 2 x 2 Tubos lança-torpedos US Mk32 Mod9 de 324mm;
- Torpedos Mk46 Mod5 Neartip ASW (activo / 45 nós / 460 metros de profundidade / 9,25 Km de alcance)

DESIGNAÇÃO NATO:
FFGH

INDICATIVO DE CHAMADA INTERNACIONAL:
FRADIAS
FRAMEIDA

ENDEREÇO RADIOTELEGRÁFICO:
CTFM
CTFN

NÚMERO DE AMURA:
F333
F334

BASE DE APOIO:
Base Naval de Lisboa

NOME:
N.R.P. Bartolomeu Dias
N.R.P. Francisco de Almeida

ANO DE CONSTRUÇÃO:
1994
1994

NOTAS:
• Estes navios são presentemente as mais recentes unidades ao serviço da Marinha de Guerra Portuguesa, com a sua incorporação, pela 1.ª vez na história deste ramo das FA's, a sua Esquadra de superfície é apetrechada com 5 navios de guerra multifunções, com mais de 3.000 toneladas de deslocamento.
• As 8 fragatas da classe "KAREL DOORMAN" (também denominada "M"), foram projectados para operarem inseridas em "Task Group" da Marinha Real Holandesa ou da NATO em ambiente de multi-ameaça, especialmente no Oceano Atlântico e no Mar do Norte.
• De forma isolada podem actuar em missões anti-submarinas, de embargo, assistência humanitária e vigilância costeira.
• Também estão preparadas para operar em águas e clima tropical, exemplo disso é o facto de por vezes realizarem comissões de serviço nas Antilhas Holandesas (Caraíbas), nomeadamente na ilha de Curaçao.

• O casco e as superestruturas foram construídas em aço de alta resistência, a forma do casco permite obter uma boa estabilidade nas águas mais bravas do Oceano Atlântico Norte.
• Os motores, as turbinas e as caixas redutoras estão encapsulados e montados sobre um suporte de vácuo elástico a fim de reduzir as vibrações e isolar o sinal acústico produzido pelos mesmos.
• Foi a 1.ª classe de fragatas de desenho e construção europeia a integrar características "Stealth", as duas unidades transferidas para Portugal começaram a ser construídas em 1990 pelos Estaleiros "Royal Schelde" para a Marinha Real Holandesa, entrando ao serviço em 1994, são uma evolução das fragatas da classe "KORTENAER", com as quais se assemelham no perfil do casco e superestrutura.


Planta das Fragatas da classe "Bartolomeu Dias"

• Na concepção do casco, superestrutura e do hangar foi adoptado um design e medidas que reflecte a preocupação com a redução da probabilidade de intercepção e aumento da capacidade de sobrevivência do navio, exemplos latentes de tal são:
- configuração do navio com uma pequena inclinação de 7º;
- as linhas angulosas na ponte e mastro principal;
- casco de aço não magnético;
- a capacidade de reduzir a assinatura de radar, acústica, magnética e emissões de infra-vermelhos;
- tubos lança-torpedos e o sistema lança-mísseis anti-aéreo de lançamento vertical ocultados.

• Substituíram as duas fragatas restantes da classe
"Comandante João Belo" construídas a partir de 1967 e que se encontram em fim de vida operacional, praticamente sem valor militar e inadequadas para as novas necessidades militares, para além de terem uma navegabilidade limitada nas águas do Atlântico Norte.
• A decisão de adquirir a Holanda estas fragatas deve-se nomeadamente ao facto de serem navios da mesma geração e com características, capacidade e dimensões semelhantes às Fragatas da classe "Vasco da Gama" (sistema de propulsão, equipamentos, sensores e sistemas de armas), que já são familiares à Armada, motivos que permitirá uniformizar a logística, manutenção e operação de ambas as classes de navios, divergindo somente no concerne ao sistema de sonar.
• Os navios sofreram algumas modificações com o intuito de adaptar às necessidades da Marinha Portuguesa, nomeadamente:
- a implementação da rede C4I;
- ligeiras alterações no refeitório, câmaras de Oficias e de Sargentos e no camarote do Comandante;
- instalação do sistema auxiliar de navegação (W)AIS.

• No dia 1 de Novembro de 2006, o Ministério da Defesa Nacional celebrou com o Estado Holandês, o contrato de aquisição para a Marinha Portuguesa de duas fragatas da classe "KAREL DOORMAN": a F333 "Bartolomeu Dias" ex-"Van Nes" e a F334 "D. Francisco de Almeida" ex-"Van Galen", ambas da Marinha Real Holandesa e ainda no serviço activo, após trabalhos de modernização e revisão, pelo preço de 240 milhões de Euros, no quadro da Lei de Programação Militar.
• A "Bartolomeu Dias" foi aumentada ao efectivo dos navios da Armada a 16 de Janeiro de 2009 na Base Naval de Den Helder - Holanda, observando o disposto na Portaria n.º 189/2009 de 14 de Janeiro do Ministro da Defesa Nacional.
• A cerimónia ocorreu após uma operação de manutenção do navio que durou 4 semanas, desde dessa data, o navio esteve num período de treino operacional de preparação da respectiva guarnição, seguida de experiências no mar ("Setting-to-work") e treino em porto ("Harbour Acceptance") com guarnição mista de holandeses e portugueses.
• A cerimónia de entrega oficial da "Bartolomeu Dias" decorreu no Alfeite a 19 de Maio de 2009, no dia seguinte marcou presença no Porto de Aveiro durante as comemorações do Dia da Marinha.


Fragata "Bartolomeu Dias"

• A "D. Francisco de Almeida" foi transferida a 15 de Janeiro de 2010, na presença do CEMA e do Secretário de Estado da Defesa Nacional, o navio atracou pela 1.ª vez na Base Naval do Alfeite em 09 Março 2010.

• A entrada ao serviço desses navios permitiu uma melhoria da capacidade oceânica de superfície da Esquadra, nomeadamente no que concerne ao emprego dos navios em todo o espectro das operações navais, dotados de meios orgânicos aéreos, reforçar a luta anti-submarina e o aumento a capacidade de defesa anti-aérea.
• A formação técnica da guarnição responsável pelo DAE - Departamento de Armas e Electrónica (14 Sargentos / 8 Praças), foi ministrada pela Escola da Marinha Real Holandesa (TOKM).
• O sistema lança-mísseis anti-aéreo Raytheon RIM-7M NATO SEA SPARROW de lançamento vertical Mk48 Mod1, encontra-se instalado em tubos de lançamento fixos, em posição vertical e colocados em fila, de modo acoplado a bombordo do hangar.
• A operação de manuseamento dos tubos lança-torpedos e de carregamento de munições no sistema GOALKEEPER é realizada por meios mecânicos no interior do navio, ao invés das fragatas da classe "Vasco da Gama" que é efectuada no exterior.
• O sistema de defesa próxima "GOALKEEPER" SGE-30 de 30mm com um alcance de 3 Km de alcance, dispara 4.200 tiros por minuto, tal como o sistema PHALANX das fragatas da classe "Vasco da Gama" também pode ser empregue contra ameaças assimétricas de superfície.
• Têm acomodações adicionais para transportar 30 Fuzileiros, podendo servir como navio de apoio a operações anfíbias.

• Em Março de 2009, a "Bartolomeu Dias" efectuou com sucesso o lançamento de vertical de um míssil SEA SPARROW (célula 12) contra um alvo aéreo teleguiado (Drone IRIS PROP).
• Em Maio de 2009, a "Bartolomeu Dias" embarcou os Auditores do Curso de Defesa Nacional, efectuando uma demonstração que incluiu manobras de aproximação RAS com a corveta "Baptista de Andrade" e um exercício com o submarino "Barracuda".
• Em Maio de 2009, a "Bartolomeu Dias" procedeu ao transporte de membros da Comissão Parlamentar de Defesa, que encontrava-se de visita às Ilhas Selvagens, no Arquipélago da Madeira.
• Em Junho de 2009, a "Bartolomeu Dias" participou no exercício "CONTEX-PHIBEX" realizado na costa Oeste e Sul de Portugal continental, onde finalizou o plano de treino operacional nacional.


Fragata "Bartolomeu Dias" no exercício "CONTEX-PHIBEX"

• Em Junho de 2009, a "Bartolomeu Dias" deslocou-se a Plymouth no sul de Inglaterra, onde realizou o processo de validação externa "Operational Sea Training".
• Em 13 de Maio de 2010, a "D. Francisco de Almeida" esteve fundeada no Rio Tejo durante a visita do Papa Bento XIV a Portugal.
• Em Maio de 2010, a "Bartolomeu Dias" participou no exercício "PHOENIX EXPRESS", no Mar Mediterrâneo.
• Em Setembro de 2010, a "Bartolomeu Dias" como Navio-chefe da EUROMARFOR, participou no exercício multinacional de treino de guerra de minas da Marinha Francesa "Olives Noires", ao largo de Toulon no Mar Mediterrâneo.
• Esta classe também é utilizada pelas Marinhas de Guerra da Bélgica, Chile e Holanda.