Encontra-se disponível online as revistas já publicadas da AORN (Associação de Oficiais da Reserva Naval), da n.º1 [Janeiro de 1998] até à mais recente n.º 18 [Outubro de 2010]:
PROPULSÃO: 2 motores a diesel CUMMINS-50-M2 - 1.500cv 2 hélices
ENERGIA: 2 geradores diesel-eléctricos LISTER PETTER de 22cv
VELOCIDADE MÁXIMA: 20 nós (37 km)
AUTONOMIA: 2.500 milhas a 12 nós 450 a 18 nós
GUARNIÇÃO: Oficiais: 01 (Sob o comando de um Oficial Subalterno) Sargentos: 01 Praças: 06 Total: 08
RADAR: Navegação - RACAL-DECCA RM 316P, banda I (27 Km de alcance)
COMUNICAÇÕES: - Radiogoniómetros MF / HF / VHF; - 1 ETO (Emissor Transmissor de Ordens); - 1 Projector de sinais
EQUIPAMENTO: - Aladador de redes de 3 toneladas; - 1 Balsa salva-vidas; - 1 Bote pneumático ZEBRO III; - Sistema de Carta Electrónica ECDIS; - Sistema GPS; - Receptor DGPS; - Odómetro electromagnético; - Sonda ultrasónica; - Girobússola; - Anemómetro; - Agulha magnética; - Agulha giroscópica; - Ómega diferencial; - Barógrafo; - Barómetro; - Sistema de recepção de Avisos à Navegação NAVTEX; - Receptor meteorológico FAC-SIMILE - NAGRAFAX
SISTEMAS DE ARMAS: 2 Metralhadoras-pesadas BROWNING M2HB de 12,7mm (2,4 Km de alcance)
DESIGNAÇÃO NATO: PB
INDICATIVO DE CHAMADA INTERNACIONAL: LAGUIA LISNE
ENDEREÇO RADIOTELEGRÁFICO: CTIP CTIR
NÚMERO DE AMURA:P1165 P1167
BASE DE APOIO: Base Naval de Lisboa
NOME: N.R.P. Águia N.R.P. Cisne
ANO DE CONSTRUÇÃO: 1975 1976 EMPREGO OPERACIONAL: - SAR; - Presença Naval; - Serviço público; - Patrulha costeira; - Controlo da poluição na costa; - Combate ao narcotráfico; - Fiscalização da Pesca; - Fiscalização dos esquemas de separação de tráfego marítimo; - Escolta a navios combatentes em àguas restritas; - Segurança de navios estrangeiros de visita a portos nacionais; - Alagem de artes caladas em situação infractora. NOTAS: • Eram inicialmente seis navios (05 da Marinha e 01 da Polícia Marítima), foram construídas nos Estaleiros do Arsenal do Alfeite segundo um projecto nacional, que seguia o modelo das lanchas de fiscalização pequenas (LFP) utilizadas durante a Guerra Colonial.
UAM 840 "Condor" da Polícia Marítima • A sua principal função é a fiscalização da pesca, inicialmente estes navios foram comandados por Oficiais Subalternos oriundos da Reserva Naval, mas a partir de finais de 91, passaram a ser comandados por Oficiais do Quadro Permanente formados na Escola Naval.
• A 02 de Abril de 1976, a "Albatroz" assistiu o Navio-Patrulha "Save" da classe "Cacine", que quando navegava em serviço de fiscalização a 2 milhas da Ponta de Sagres na costa algarvia, foi abalroado por um navio não identificado, que após a colisão afastou-se sem prestar assistência, no acidente pareceu 01 Sargento MQ e 02 elementos da guarnição sofreram ferimentos ligeiros, o navio sofreu vários danos no tombadilho, superestrutura e um grande rombo na zona das máquinas, sendo-lhe soldado uma chapa de modo a permitir o navio navegar até ao Arsenal do Alfeite para reparação, após a colisão foi socorrido inicialmente por 03 traineiras. • Ambos os navios sofreram uma reconversão em 1999, na qual a peça OERLIKON de 20mm/65 da proa foi substituída por um alador de redes para a fiscalização das artes caladas em situação presumivelmente infractora, o que lhes confere melhores características operacionais nesta sua função.
Lancha "Águia" ainda com a peça OERLIKON de 20mm/65 montada à proa
• No dia 30 de Junho de 2001, a "Andorinha", destacada no Comando da Zona Marítima do Norte, subiu o Rio Douro até à cidade de Peso da Régua.
Lancha "Andorinha" atracada no Porto, junto à margem do Rio Douro
• Em Dezembro de 2001, duas lanchas desta classe, a "Albatroz" e a "Açor", posteriormente "Oé-cusse" e "Ataúro", foram revistas, reequipadas, modernizadas e adequadas às características climatéricas de Timor-Leste, a fim de serem cedidas ao abrigo do acordo do levantamento da Componente Naval da Força de Defesa de Timor-Leste. • Em 2002, a "Águia" participou no exercício "INSTREX", integrada na força opositora.