15/11/09

CORVETAS DA CLASSE "JOÃO COUTINHO"

(ACTUALIZADO)

Corveta "JOÃO COUTINHO"

TIPO DE NAVIO:
Corveta da patrulha oceânica

 
PERFIL:


DESLOCAMENTO:
1.336 toneladas

DIMENSÕES:
84,6 x 10,3 x 3,3 metros
Mastro 20,3 metros

PROPULSÃO:
2 motores a diesel OEW Pielstick 12 PC 2V 5280 a 425RPM
12.000cv
12 cilindros
2 hélices

ENERGIA:
3 geradores diesel-eléctricos MAN de 320kVA
1 gerador de emergência MAN de 160kVA

COMBUSTÍVEL:
150 toneladas

VELOCIDADE MÁXIMA:
22 nós (41 km)

AUTONOMIA:
5.900 milhas a 18 nós
7.500 milhas a 15 nós
8.880 milhas a 14 nós

GUARNIÇÃO:
Oficiais: 07 (Sob o comando de um oficial superior)
Sargentos: 13
Praças: 50
Total: 70

HELICÓPTEROS:
Convés na popa para 1 helicóptero ligeiro (12 x 8 metros)



Helicóptero ALOUETTE III da FAP aterrando na Corveta "António Enes" em Novembro de 1972, ao largo da Baía de Luanda - Angola

RADAR:
Procura superfície - RACAL-DECCA RM 1226C, banda I (27 Km de alcance)
Navegação - KELVIN HUGHES 1007, banda I/F (37 Km de alcance)

COMUNICAÇÕES:
- 2 Radiogoniómetros HF, VHF, UHF;
- 1 ETO (Emissor Transmissor de Ordens;
- SICC (Sistema Integrado de Controlo de Comunicações);
- DSC Sailor VHF (Global Maritime Distress Safety System);
- Comunicações por satélite INMARSAT B;
- 2 Projectores de sinais

EQUIPAMENTO:
- Ómega diferencial SERCEL M5;
- Terminal SIFICAP;
- Sistema GPS MX200;
- 6 Balsas salva-vidas;
- Sistema de Carta Electrónica ECDIS;
- 1 Bote pneumático ZEBRO III;
- 1 Embarcação Mk9;
- 1 Lancha semi-rígida;
- Equipamentos portáteis de visão nocturna;
- Chuveiros SPRINKLERS para alagamento dos paióis de munições;
- Chuveiro para descontaminação nuclear;
- Instalação de desmagnetização;
- Ar condicionado;
- 1 Gerador de água doce por osmose inversa;
- Sonda ultrasónica KH MS32;
- Receptor DGPS;
- Odómetro electromagnético CHERNIKEEF;
- Girobússola SPERRY Mk14 Mod2A;
- Anemómetro;
- Agulha magnética;
- Agulha giroscópica;
- Barógrafo;
- Barómetro;
- Sistema de recepção de Avisos à Navegação NAVTEX;
- 1 Grua hidráulica telescópica HIAB 60 SEACRANE de 3,5 toneladas;
- Multisensor electro-óptico SAGEM, para detecção, gravação e registo de imagens;
- Receptor meteorológico FAC-SIMILE – NAGRAFAX

CONTROLO DE TIRO:
- Mk51 Mod2 Gun Fire Control Systems (Peça de 40mm)

SISTEMAS DE ARMAS:
1 Peça dupla US NAVY L/50 Mk33 Mod4 de 76,2mm/50 (12,8 Km de alcance)
1 Peça dupla BOFORS de 40mm/60 Mk9 Mod58 (12 Km de alcance)
2 Calhas lança-minas

DESIGNAÇÃO NATO:
FS

INDICATIVO DE CHAMADA INTERNACIONAL:
CORENES
CORTINHO
CORCINTO
CORDECA

ENDEREÇO RADIOTELEGRÁFICO:
CTFV
CTFA
CTFB
CTFC

NÚMERO DE AMURA:
F471
F475
F476
F477

BASE DE APOIO:
Base Naval do Alfeite

NOME:
N.R.P. António Enes
N.R.P. João Coutinho
N.R.P. Jacinto Cândido
N.R.P. General Pereira d'Eça

ANO DE CONSTRUÇÃO:
1971
1970
1970
1970

EMPREGO OPERACIONAL:
- SAR;
- Presença Naval;
- Serviço público;
- Patrulha oceânica da ZEE;
- Controlo da poluição no mar;
- Combate ao narcotráfico;
- Controlo da imigração ilegal;
- Fiscalização da pesca;
- Apoio a operações anfíbias;
- Fiscalização dos esquemas de separação de tráfego marítimo;
- Segurança de navios estrangeiros de visita a portos nacionais;
- Escolta a navios combatentes em águas restritas;
- Exercícios com unidades navais e aéreas;
- Viagens de instrução dos cadetes da Escola Naval.

NOTAS:
• Os três primeiros navios foram construídos nos Estaleiros "Blohm & Voss", em Hamburgo - Alemanha, e os restantes três nos Estaleiros Navais de "Bazán" (actual Navantia), em Cartagena - Espanha.
• A sua construção foi realizada sob um projecto de concepção nacional de 1965, da autoria do Contra-Almirante Engenheiro Construtor Naval Rogério d'Oliveira (Direcção das Construções Navais), com colaboração dos estaleiros alemães "Blohm & Voss" no que concerne a estudos de pormenor e estabilidade, foram a 1.ª série de um programa de 16 corvetas, cuja 3.ª série não se chegou construir.
• O casco é inteiramente soldado e de estrutura longitudinal, a superestrutura é de alumínio e de estrutura transversal.
• O projecto foi utilizado posteriormente como base para as corvetas das classes "Descubierta" da Marinha de Guerra Espanhola, Egípcia e Marroquina, "Meko 140" da Marinha de Guerra Argentina e inspirou os avisos da classe "A69" da Marinha de Guerra Francesa, Argentina e Turca.


Corveta da classe "DESCUBIERTA" da Marinha de Guerra Espanhola


Corveta da classe "MEKO 140" da Marinha de Guerra Argentina


Corveta da classe "A69" da Marinha de Guerra Francesa

• Foram os primeiros navios de guerra construídos nos Estaleiros "Blohm & Voss" para uma Marinha de Guerra estrangeira, após a 2ª Guerra Mundial.
• Nos primórdios da sua entrada ao serviço activo, toda a classe substituiu diversos contratorpedeiros, fragatas, corvetas e avisos, nomeadamente em comissões de serviço nas antigas colónias africanas, durante a Guerra Colonial patrulhando a costa e servindo de canhoneiras até 1975.


Perfil da Corveta "João Coutinho" na época da Guerra Colonial

• Dispõem de um convés na popa para 1 helicóptero ligeiro, mas na realidade estão somente habilitadas para a realização de reabastecimento vertical (VERTREP), além de que não são dotadas de hangar nem estação de reabastecimento de helicópteros.
• Têm acomodações adicionais para albergar 32 pessoas ou uma Força de Fuzileiros (04 Oficiais, 03 Sargentos e 25 Praças), valência operacional que a par do seu reduzido calado, permitia-lhes penetrar nos rios de maior caudal e braços de mar de Angola, Guiné-Bissau e Moçambique, podendo servir como navio de apoio a operações anfíbias.
• Até 1976, com o desiderato de adequar a classe às funções de patrulha, foi-lhes retirado de todo equipamento ASW (Sonar QCU 2; calhas lança-bombas de profundidade Mk9; projector de foguetes anti-submarino Mk10 HEDGEHOG), mais o controlador de tiro da Peça de 76.2mm Western Electric AN/SPG-34, banda I e o radar de aviso aéreo MLA-1B, originando uma significativa redução da guarnição (-30%).


Equipamentos retirados assinalados

• A partir do final da década 1980 foram modernizadas recebendo novos radares, terminal SIFICAP e sistema de comunicações MOST-4.
• A "Jacinto Cândido", foi condecorada em Maio de 1981 com a Medalha de Ouro de Serviços Distintos, pelo apoio prestado às populações sinistradas dos Açores no Sismo de 01 de Janeiro de 1980.
• Em 1986, a peça de artilharia de 76,2mm à proa da "António Enes" ficou danificada devido ao mau estado do mar.


















Danos na peça de artilharia

• A 10 de Março de 1987, pelas 17:30 à entrada do Porto de Horta na Ilha do Faial - Açores, deu-se uma violenta explosão na casa da máquina do leme da "António Enes", provocando baixas entre a guarnição: faleceu 01 Oficial Subalterno e 03 Marinheiros, desapareceram 02 Marinheiros e outros 11 ficaram feridos, danificou o pavimento da tolda, o painel da popa, a casa do leme e compartimentos adjacentes.


Foto Agência Lusa / Blog NRP Álvares Cabral F336

• Em Fevereiro de 1988, a "João Coutinho" transportou com destino a S. Diego - EUA, a nova estátua do navegador português João Rodrigues Cabrilho (1542), encomendada pelo Serviço Nacional de Parques do EUA, com o objectivo de substituir a antiga em mau estado.
• Em Janeiro de 1991, a "Augusto de Castilho" (já desactivada) procedeu ao transporte para a Alemanha da futura 1.ª guarnição da Fragata "Vasco da Gama".
• Em 1999, a "Honório Barreto" (já desactivada) participou no exercício "CONTEX/PHIBEX" projectando para terra o PELREC como força avançada, que posteriormente simulou a compilação de informações sobre o dispositivo das forças inimigas.
• Em 2000, a "General Pereira d'Eça" participou no filme "Capitães de Abril", simulando a Fragata "Gago Coutinho" da classe "Pereira da Silva".
• Em 2002, a "António Enes" participou no exercício "INSTREX", integrada na força opositora e rebocando o alvo para tiro de superfície.
• Em 2002, a "Augusto de Castilho" (já desactivada) participou no exercício "NEOTAPON", servindo de navio de apoio aos Mergulhadores Sapadores na detecção de simulacros que simulavam minas.
• Em Junho de 2005, a "Jacinto Cândido" transportou um contingente de escuteiros marítimos de Ponta Delgada numa expedição às Ilhas Formigas.
• Em Abril de 2006, a "General Pereira d'Eça" serviu de transporte para a Ilha da Madeira, aos jovens participantes no VI Curso de Defesa para Jovens, organizado pelo Instituto de Defesa Nacional.
• Em Maio de 2006, a "General Pereira d'Eça" participou no exercício "ANATOLIAN SUN", com uma equipa do PELBOARD e equipas do DMS n.º 1 e n.º 2.
• Em Novembro de 2007, ao largo do Cabo Espichel a corveta "General Pereira d'Eça" participou no exercício de combate a imigração clandestina "ABLE PROTECTOR 2007", simulando um navio mercante com emigrantes clandestinos a bordo, que posteriormente foi assaltado por uma secção do PELBORD, no exercício também participaram a fragata "Vasco da Gama", elementos da Polícia Marítima, um helicóptero Lynx e um avião de patrulha marítima P3 Orion e helicóptero EH-101 Merlim da FAP.


Corveta "General Pereira d'Eça" na simulação do assalto por uma secção do PELBORD

• Em Julho de 2008, a "General Pereira d'Eça" participou em conjunto com o Zoomarine de Albufeira na devolução ao mar de 5 tartarugas-comuns.
• Em Novembro de 2008, a "António Enes" participou no exercício de combate à poluição do mar "AUSTRAL", embarcando as autoridades e os convidados, ao largo do Algarve.

• Em Novembro 2008, a “João Coutinho” colaborou no projecto de colaboração técnico-científica Luso-Espanhola de Extensão da Plataforma Continental Portuguesa, apoiando técnicos do IGIDL no lançamento ao fundo do mar (5500 metros) 9 OBS - “Ocean Bottom Seismographs", ao longo da linha sísmica numa extensão de aproximadamente 100 milhas náuticas.
• Em Março de 2009, a a "João Coutinho" participou no exercício conjunto "AÇOR 08", servindo de plataforma de exercícios VERTREP para os helicópteros PUMA e MERLIN da FAP.
• Em Abril de 2009, a "António Enes" participou no exercício de treino operacional da Zona Militar dos Açores "FOCA 092", apoiando elementos do Regimento de Guarnição n.º 2 do Exército, ao largo da Ilha de S. Miguel nos Açores.
• Em Julho de 2009, durante a estadia do Porta-aviões nuclear Norte-americano "Eisenhower", a "João Coutinho" foi destacada para exercer a protecção ao navio.
• A título de curiosidade, duas das três corvetas de construção em estaleiros espanhoís "Augusto Castilho" e "Honório Barreto", foram desarmadas e servem de canibalização, as razões prendem-se com a idade, estado geral dos navios, elevados custos de reparação, falta de orçamento e falta de pessoal para as guarnecer.


Foto de Luís Miguel Correia

• Participam também nos exercícios nacionais: AÇOR, CONTEX e ZARCO.

PARTICIPAÇÃO EM MISSÕES IMPORTANTES:
• Em Junho de 1976, a Força Naval UO.21.2.1 constituída pela "Afonso de Cerqueira" e "Honório Barreto", comandado por um CMG e com Aspirantes do 2.º Ano da Escola Naval, Cadetes do CFOSE e alunos do Colégio Militar embarcados, acompanharam o Navio-Escola "Sagres" e a "Vega" numa viagem aos EUA para representar a Armada Portuguesa nas comemorações do seu Bicentenário, participando na "Internacional Naval Review" e na Parada Naval no Rio Hudson.


Foto cedida por Almirante Nunes da Silva

• Em 14 de Dezembro de 1982, a "Honório Barreto" (já desactivada) disparou 3 salvas de artilharia com a peça dupla de 76,2mm contra a proa do Navio-Butaneiro "Bandim", por encontra-se à deriva e semi-afundado com a proa elevada 15 metros acima da superfície, naufragado a 120 milhas a SW do Cabo Espichel, acabando por ser afundado por um torpedo lançado pelo "Barracuda".
• Em Junho de 1998, a "Honório Barreto" (já desactivada) transportando o Grupo de Comando, um Pelotão de Atiradores da CF22, uma Secção Anti-carro e uma Secção de Botes (12 Zebro III) e a "João Coutinho" transportando o PELREC e uma Secção de Botes (12 Zebro III) participaram na «Operação Crocodilo», com o objectivo de evacuar de civis e militares nacionais do conflito da Guiné-Bissau.
• Em 2001, a "Augusto de Castilho" (já desactivada) e a "João Coutinho" participaram na recuperação de corpos do acidente da ponte Hintze Ribeiro em Entre-os-Rios.
• Em 2002, a "Honório Barreto" (já desactivada), estive envolvido na operação de remoção do navio mercante chinês "Coral Bulker", que encalhou no molhe exterior do porto de Viana do Castelo.
• Em 2002, a "João Coutinho" esteve envolvida nas operações de combate à poluição no mar, resultantes do afundamento do petroleiro "Prestige", efectuando acompanhamento da situação e recolha de amostras.
• Em Janeiro de 2003, a "João Coutinho" participou na «Operação Ulysses», com objectivo de combater à imigração ilegal por via marítima, numa operação conjunta com a Marinha de Guerra Espanhola junto às Ilhas Baleares. A bordo da corveta estiveram 3 inspectores-adjuntos do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.
• Em Junho de 2003, a "João Coutinho" esteve envolvida nas operações de combate à poluição no mar, resultantes do afundamento do navio porta-contentores "Nautila".
• Em Agosto de 2004, a "General Pereira d'Eça" participou na operação de negação às águas territoriais portuguesas, ao navio "Borndiep" (Barco do Aborto) da organização "Women on Waves".
• Em Janeiro de 2005, a "António Enes" participou na «Operação Guanarteme», com objectivo de combater à imigração ilegal por via marítima, numa operação conjunta com a Marinha de Guerra Espanhola junto às Ilhas Canárias. A bordo da corveta estiveram 2 agentes da Polícia Marítima, 3 inspectores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, e um PELBOARD (1 Sargento e 8 Praças).
• Em Julho de 2005, a "João Coutinho" e a "Jacinto Cândido" desempenharam medidas de protecção a visita particular dos Reis de Espanha aos Açores.
• Em Julho de 2005, a "João Coutinho" colocou 10 Fuzileiros nas Ilhas Selvagens com o objectivo de proteger os Vigilantes do Parque Natural da Madeira em serviço nas Selvagens.
• Em Fevereiro de 2006, a 100 milhas da Ilha da Madeira, a corveta "António Enes" participou na «Operação AGRAFE» de combate ao narcotráfico, em cooperação com a Polícia Judiciária, transportando 8 efectivos do DAE, que abordaram um veleiro suspeito mediante lanchas pneumáticas, culminando na apreensão de 1,5 toneladas de cocaína, na operação participou também um avião P3 Orion da FAP.
• Em Maio de 2006, a "Jacinto Cândido" durante a sua patrulha na zona da Convenção para a Cooperação Multilateral de Pescas no Atlântico Nordeste, efectuou 215 observações, duas fiscalizações e prestou apoio logístico a algumas embarcações de pesca, no mar da Islândia.
• Em Agosto de 2007, a "Jacinto Cândido" durante a sua integração na operação europeia de controlo da imigração ilegal «HERA», nas águas territoriais e ZEE do Senegal e da Mauritânia, detectou e interceptou três embarcações "CAYUCOS" e um total de 463 emigrantes ilegais, que presumivelmente se dirigia para o arquipélago das Canárias.
• Em Novembro de 2007, a "António Enes" integrada na «EUROMARFOR» participou no exercício "MULTICOOPERATIVE EXERCISE" ao largo da costa da Argélia, com o objectivo de promover o intercâmbio de actividades com as Armadas dos países do sul do Mar Mediterrâneo, de salientar a participação da fragata argelina "Rais Corso" da classe "Koni", de fabrico russo.

• Em Junho de 2008, a "António Enes" durante a operação conjunta com a Polícia Judiciária e a FAP «RELÂMPAGO», procedeu à abordagem e apreensão de uma embarcação de pesca com 6 toneladas de haxixe.

22 comentários:

  1. Mais um Magnifico Trabalho!

    Parabéns pelo Vosso Site que de tão recente já é uma referência!!!!!

    Continuem!

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  2. Deviam conservar uma destas corvetas como navio-museu junto de alguma localidade ribeirinha como pólo turístico e em homenagem às gerações de marinheiros que fizeram parte da guarnição destes navios de concepção nacional.

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  3. Tuodo muito bem esmiuçado, tal como os restantes posts do blogue.

    Torno a defender o que aqui já foi escrito por onutros leitores, que o autor deste blogue deveria ser reconhecido pela Marinha por tal dedicação.

    Cumprimentos

    Mário Pimenta - Oeiras

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  4. Ele há valores, que uma vez adquiridos, jámais se perdem...
    Estou e sempre estarei grato, por ter tido a possibilidade de ter feito parte da guarnição da Cordeça, o que, entre outras coisas, me deu possibilidade de fazer algo pela minha Pátria e conhecer outras culturas, locais e pessoas.
    Para sempre recordarei, o Natal e o Ano Novo, de 1994 para 1995, no Porto de Ponta Delgada!

    Tudo de bom, para todos "os filhos da Escola".

    Bruno Oliveira, 152694.

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  5. Esta excelente iniciativa poderia ser ainda enriquecida com a indicação de missões de relevo como terá sido a viagem transoceânica e solitária da "João Coutinho" no início de 1988, transportando a estátua de Rodrigues Cabrilho para S. Diego, que durou cerca de dois meses e meio.

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  6. Fui Marinheiro Radarista em 1977 a 1979 e prestei serviço na "CORCINTO". Ainda hoje quando a vejo na T.V. ou em revista da Armada, os meus olhos ficam marejados de lágrimas de saudade, dos companheiros,da guarnição e até vejam lá... do malagueiro. Um abraço muito sentido a todos os marinheiros Portugueses. Saudades.

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  7. estive la em 88 e tambem estive 1 ano na joao roby, que ainda anda por ai .embarquei em maio de 89 e sai em maio de 90. um abraço do algarvio de lagoa
    456488(raposo) 6 janeiro 2010

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  8. Um grande abraço a todos que estiveram na Corcinto
    de 1973 a 1975 Viva todos os Filhos da Escola

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  9. ate a vista corcinto um bem aja para todos os que la prestaram serviço graciosa açores

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  10. fiz la comissão entre dez.1989 e jan 1991

    grt c moreira 216489

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    1. Olá grt c Moreira, estivestes em que navio? na Cortinho?

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    2. Tb estive lá nesse periodo, deixei a Honorio no dia a seguir a ela entrar em doca seca, 1º grt CM Fialho , abraço

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  11. moçambique 1973 a 1975 grumete CM um abraço a todos que comigo estiveram na
    Corcinto

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  12. Mais uma vez, informação de grande qualidade, e que sempre que preciso, não hesito em utilizar no meu blog com as devidas referências:

    http://www.roda-do-leme.com/2011/11/f484-augusto-de-castilho-entra-em.html

    Ficam aqui as fotografias da ultima visita a um porto, da corveta NRP "Augusto de Castilho".

    O meu obrigado!

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  13. Foi com tristeza que tive conhecimento do abate ao serviço da PEREIRA D`EÇA pois fiz parte da 1ª guarnição de 10 out. 1970 a 10 março 1973 com dois anos de ultramar . Grt. CM 2376/69

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    1. oaala carlos correia sou 1366/69 estive na pereira deça 1970-1973 procuro filhos da escola imail joaonunes.b@ gamail.com

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  14. Fiz parte da 1ªguarnição da PEREIRA D`EÇA entre 10 de OUT.70 a 10 de MARÇO 73 com comissão no ultramar em C. Verde Guiné e Moçambique 1ºgrt.CM 2376/69

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    1. joão n. basilio 24 outubro 201224 de outubro de 2012 às 13:10

      olá filhos da escola fiz parte da primeira guarnição da PEREIA
      D`DEÇA de 1971 a 1973 estivemos em KIL ALMANHA MADEIRA CABO VERDE GUINE ANGOLA AFRICA DO SUL E POR fim MOÇAMBIQUE GRT:1366/69 mais cunhecido por o fininho porque nao organizar um encontro? EMAIL JOAONUNES.B@GMAIL.COM

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    2. óla camradas da 1ªguarnição da pereira d,eça de 1970 a 1973 será que já partiram? eu procuro-vos e ninguem dá sinal de vida só deu sinal o filho da escola Rodrigues de fátima vá-lá comuniquem para organizar um encontro d epois de 40 anos é giro recurdar os momentos que passamos juntos. Sou o joão N. Basilio 1366/69 a bordo mais cunhecido pelo fininho quando queriam cerveja fresca iam ter comigo lenbram-se? EMAIL joaonunes.b@gmail.com

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  15. parabén pelo magnifico blog, sem duvida!

    sinto-me honrrado por fazer parte da actual guarnição da Cortinho e muito brevemente da Corcinto.

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  16. Fazia parte da guarnição da António Enes e encontrava-me a bordo na altura da explosão ao largo do Faial, em março de 87. Para sempre lamento a perda dos meus camaradas e ainda hoje, passados tantos anos, quando relembro tal fatídico dia ainda me vêm as lágrimas aos olhos. Um enorme abraço para todos os camaradas sobreviventes. Os que lá morreram e principalmente os que lá ainda se encontram desaparecidos merecem ser homenageados pela Marinha e população, também eles são heróis. Desconheço, até hoje, que algo tenha sido feito para homenagear as suas memórias e seus atos.
    Para todos os marinheiros um grade abraço. Eu por cá ainda continuo na Briosa.

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  17. Fiz parte da guarnição da "João Coutinho" entre 1990 e 1991. Foram momentos de camaradagem que ficam para sempre e emoções vividas a cada momento e sinto-me honrado em ter feito parte integrante ao serviço da Marinha e do país.
    A minha sincera homenagem aos filhos da escola que padeceram em março de 87 ao largo do Faial.
    Para todos "os homens do mar" um abraço fraternal.
    Machado de Guimarães

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